sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Conselho nº 33

Caro Companheiro e Presidente


O Fato

É sua a guerra de diminuir a pobreza e a fome no mundo. É preciso acabar com a fome e permitir que todos os cidadãos do mundo tenham uma renda mínima de US$ 100,00 (cem dólares) por mês. Ainda no século 21.


O Conselho

Propor nos Fóruns Internacionais: ONU, Grupo 21 e outros as seguintes providências:

1) Um adicional de Imposto de Renda sobre a renda de todos os contribuintes dos paises desenvolvidos, com renda superior a US$ 5.000,00 (cinco mil dólares) por ano, por exemplo: 2%.

Os recursos financeiros seriam destinados a um Fundo da Paz, administrado pela ONU, e distribuídos aos países pobres com renda “per-capita” abaixo de US$ 5.000,00 (cinco mil) por ano.

2) Propor a imposição de uma taxa de resgate social de 25% (vinte e cinco por cento) sobre todas as fortunas adquiridas, fora da lei, em todo o mundo, apuradas pelos órgãos de repressão e de fiscalização.

Essa pena pecuária incidiria também sobre a lavagem de dinheiro (no mundo), fruto de terroristas e outras fontes menos dignas moralmente.

Os recursos oriundos dessas fontes também seriam destinados ao Fundo da Paz administrado pela ONU.

Essas duas fontes poderiam procriar alto em torno de US$ 13,0 bilhões

por ano.

Seria uma bela paz!

Esse é o nosso conselho Senhor Presidente


Plinio Sales
Rio, 00/04/04

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Conselho nº 32

Caro Companheiro e Presidente

O Fato

A centralização administrativa do Poder Executivo em Brasília neste século XXI já atingiu o limite de exaustão não só política como burocrática.

O deslocamento de cidadãos ao planalto central para tratar de interesses processuais e administrativos, acarreta em custos de locomoção e estadas, somando-se a crescente entropia da eficiência burocrática.

A política de desenvolvimento por força da interiorização dos centros de decisão política e administrativa hoje em dia é um conceito ultrapassado, diante das modernas tecnologias de telemática e informação.

É preciso descentralizar para aumentar a produtividade social do Poder Executivo.


O Conselho

Em apoio ao ponto de vista da descentralização administrativa, é defeso fundar mais 5 capitais subsidiárias mantendo-se a capital central em Brasília.

A estrutura organizacional do Poder Executivo se apoiaria em capitais subsidiárias regionais, similares a Brasília, instalando uma em cada região do Brasil, então teríamos a capital do Norte do Amazonas, a capital do Nordeste do Rio Grande do Norte, a capital do Centro-Oeste em Campo Grande, a capital de Leste em Minas Gerais e, finalmente a capital do Sul em Santa Catarina.

As funções administrativas de cada capital poderiam ter certa especialidade, conforme a vocação da região. A capital do Centro-Oeste abrangeria os Ministérios da Agricultura, Ciências e Tecnologia etc. A capital do Norte abrangeria o Ministério do Meio-Ambiente, o Ministério da Defesa e outros. Os Ministérios seriam distribuídos entre as capitais de modo a obter o melhor rendimento social das suas atribuições. O presidente do Poder Executivo faria seu governo em rodízio itinerante.

Os outros poderes da República poderiam adotar similar filosofia administrativa, integrando-se à nova estrutura operacional do Poder Executivo.

Esse é o nosso conselho Senhor Presidente.


Plinio Sales
Rio, 06/07/04

domingo, 19 de setembro de 2010

Conselho nº 31

Caro companheiro e Presidente,


O Fato

Ao passar pelas principais capitais brasileiras é comum nos depararmos com as filas. Filas para pegar senhas pra entrar em outras filas. Filas de idosos para acelerar procedimentos bancários. Filas para atendimento de aposentados do INSS. Filas para o SUS.

Filas de todas as espécies.

São humilhações. Horas perdidas apagadas do tempo. Despesas imorais!


O Conselho

Instituir sistema para acabar com as filas de qualquer espécie.

É mera questão gerencial. Aplicar multas pesadas naqueles que desobedecerem aos procedimentos matadores de filas. Atender com hora marcada.

Esse é o nosso conselho Senhor Presidente.

Plinio Sales
Rio, 00/04/04

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Conselho nº 30

Caro Companheiro e Presidente

O Fato

Os empregadores depositam 8% do valor do salário do trabalhador numa conta em seu nome. É o FGTS. O Governo administra essas contas e remunera a taxa de 3% (três por cento) ao ano. Incorre em alto custo de administração e excessiva burocracia de controle.


O Conselho

Liberar todas as contas, transferindo aos trabalhadores a sua própria administração em fundos especiais gerenciados competitivamente no mercado.

Eliminaria um ônus do governo, incentivando a liberdade econômica do trabalhador.

Estabelecer vigilância severa aos administradores desses fundos especiais.

Senhor Presidente esse é o nosso conselho.

Plinio Sales

Rio, 26/03/04

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Conselho nº 29

Caro Companheiro e Presidente


O Fato

As atividades diuturnas do Presidente são exercidas sob pressão permanente e subordinadas ao grande conceito da responsabilidade do cargo. Suas decisões afetam a vida de milhões de cidadãos e submetem-se à crítica dos censores nacionais e internacionais.

O exercício continuado desse ato de fazer, de ter que decidir e mais ainda, sob o peso de decidir solitariamente, trazendo a si a responsabilidade pessoal da decisão.

Tudo isso, formam um conjunto de fatores estressantes, capazes de influir no humor, na tranqüilidade e no equilíbrio psíquico do Presidente, que no fundo é um ser humano.

O Presidente não pode errar.


O Conselho

No decorrer de um mandato de 4 anos, o Presidente deve programar férias, pelos menos, trimestrais para ter condições psíquicas de enfrentar o tóxico da rotina do cargo.

Mas como Presidente e está em exposição exemplar do cargo, é importante fazer do ato de tirar férias um exemplo de marketing saudável para o povo brasileiro.

Com essa filosofia, deve programar férias, em locais que precisam de foco social, atenção e melhoria de serviços públicos. Evitar escolher seus sítios de férias apenas pelo aspecto turístico, segurança e conforto do Presidente.

As férias do Presidente devem ter uma conotação social.

Que tal, começar esse programa com uma semana de férias na Rocinha do Rio de Janeiro.

Esse é o nosso Conselho Senhor Presidente.



Paladino Torres de Almeida
Rio, 04/08/04