Criar o Fundo Nacional de Ativos Públicos – FNAP, no qual seriam transferidos todos os ativos financeiros do povo brasileiro existentes em todos os setores, empresas públicas, fundos públicos e qualquer espécie de ativo espalhados em diversas organizações públicas. Os ativos de qualquer espécie, previamente avaliados por entidade especializadas, seriam incorporados ao FNAP contra a subscrição e integralização de cotas do FNAP.
O valor do capital total autorizado do FNAP seria igual a 2 vezes o valor total dos títulos da dívida pública, federal, estaduas e municipal.
O FNAP teria um capital de hum trilhão de reais, que dividido pela população brasileira, resultaria numa cota no valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais) para cada um brasileiro desse total de 180 milhões.
Ora, o patrimônio de cada brasileiro aumentaria em R$ 6.000,00 (seis mil reais), ou seja, mais ou menos 10 salários mínimos, muito mais que bolsa família de 5 anos ! Refletindo na melhor redistribuição de renda patrimonial desde Cabral: O Pedro Alvares.
As cotas representativas desse patrimônio poderia ser vendidas no mercado financeiro pelo preço que o mercado ajustar.
Para melhorar o Governo poderia criar um Fundo de Estabilização do FNAP procurando evitar oscilações bruscas e indesejadas.
Esse seria, um fundo do condomínio brasileiro. Se fosse decidido liquidá-lo a qualquer tempo, o valor resultante seria atribuído aos cotistas de acordo com a sua participação e resgatado em 5 anos.
As empresas ou entidades que cederam ativos ao FNAP seriam compensadas com direitos da União no estoque de petróleo da reserva mineral, ainda não apropriadas, fechando a cadeia patrimonial do processo condominial.
O povo seria o proprietário do seu patrimônio público, transparente e sem a conversa democrática dos sindicalistas
Esse é o nosso Conselho !
Rio de Janeiro, 22 de março de 2011.
Plinio Sales
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