Caro Presidente,
Os trabalhadores brasileiros já existiam antes do PT. Em Roma existiam os gladiadores, os camponeses, os centuriões e outras tantas categorias de trabalhadores, sem apoio das entidades sindicais e sem pagar imposto sindical para pagar pelegos de baixa produtividade social.
Só gastar o que ganham dos próprios trabalhadores: não geram renda nem emprego.
O foco, palavra tão em moda, é o grande espaço pelos trabalhadores ao se deslocarem da casa para o trabalho e vice-versa. São 43,8 X 10(9) horas por ano. Significa o desperdício de 130 X 10(9) reais de salários ano.
É muita coisa. Acrescente a isso o desgaste físico e mental, sem falar na poluição do deslocamento por diversos meios de transporte, movidos a combustível poluente. São milhões de toneladas de emissão de CO2, aumentando o efeito estufa tão declamado pelos verdes ambientalistas.
O conselho
É preciso criar incentivos fiscais e financeiros, para que as empresas de todos os tipos, estimulem o trabalho dos seus empregados na própria residência ou em cooperativas locais, próximas as residencias.
Pode utilizar a rede internet ou intranet, estruturada em modernos meios de comuncação. A proger oficina-residencial poderia ser financiada por linhas de crédito do Protel, do Fat da CEF e de outras fontes.
Se alcançasse alguns milhões de trabalhadores nas cidades, teria feito pela sociedade muito mais do que o Congresso Nacional.
A campanha é: “Sua Casa, Seu Emprego”.
Como diz o Pedro Capp é só ter vontade política.
Rio de Janeiro, 21 de março de 2011.
Plinio Sales
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