quinta-feira, 10 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº199

O Fato:
Leio e ouço notícias ufanosas divulgando como política do governo Dilma, o envio de 70.000 estudantes brasileiros para estudar no exterior.
Esse ato é um belo crime contra a sociedade brasileira que investiu pesado na formação desses jovens para servirem aos caçadores de talentos dos países desenvolvidos. Analisem a quantidade dos formados nas universidades do exterior que retornam para servir ao Brasil, ou como técnico ou como professor. Apenas 20% retornam porque foram desclassificados. É assim também na Índia e em outros países emergentes tão carentes de mão de obra qualificada.
Essa campanha ufanista da exportação de talentos brasileiros para o exterior, é nada mais nada menos de crime lesapatria.

O Conselho:
Sra. Presidente determine aos ministros responsáveis pelo ensino, pela ciência, pela inovação e patentes no Brasil que façam a inversão do processo. Estimulem, com todos os recursos possíveis, a vinda de Universidades do Exterior para o Brasil, criando Zonas Livres de Programas Científicos e Tecnológicos. Nestas Zonas, as universidades de pós-graduação do exterior, de qualquer ramo, teria todos os estímulos ficais, financeiros, equipamentos e outras vantagens profissionais e pessoais para que Universidades e professores venham ensinar no Brasil. Aos professores e cientistas, devemos estimulá-los com planos suplementares de aposentadoria e de saúde, dando-lhes garantias de bem estar e liberdade.
Assim inverta o processo: nossos talentos ficam, com possibilidades de atender um número maior de estudantes, porque atenderá também os estudantes pobres que não possuem recursos para estudar no exterior. Ao mesmo tempo que atrai talentos para o Brasil.
Nosso conselho Sra. Presidente é criar as “Zonas de Livre Ensino Superior e de Pós-Graduação de Universidades do Exterior no Brasil” – as “ZLUEBS".
Chamaríamos de Ufanismo verde-amarelo.
Esse é o nosso conselho Senhora Presidente.

Rio de Janeiro, 04 de outubro de 2011
Plinio Sales

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº198

O Fato:
Nas modernas administrações, as divisões de tarefas e responsabilidades são cientificamente dosadas e equilibradas, com o objetivo de que cada unidade dê o seu melhor rendimento com a medida eficácia, equilibrado ao seu esforço pessoal.
O nível superior não pode ser o prato de escoamento de todos os processos que as categorias subordinadas por não saberem resolver, por preguiça ou por desídia, propõe “à ordem superior”. Por esse método entope os canais superiores com tarefas elementares, diminuído a sua produtividade social.
A Presidente estará sempre sobrecarregada sem tempo para dialogar com o povo.

O Conselho:
Implantar formas de trabalho que estimule a concorrência entre os executivos, fazendo-os correrem para a produtividade e eficácia.
Um modelo importante é criar o governo substituto. Montar uma estrutura paralela em outro edifício, denominado de Ministério Espelho,  composto de Ministros, secretários e assessores duplicados para resolverem os mesmos problemas propostos ao Ministério Titular. Cada componente do Ministério Espelho seria o substituto do seu titular correspondente.
Com esse modelo estabeleceria uma sadia concorrência entre o Ministério Titular e o Ministério Espelho, em benefício da sociedade na prestação do serviço público, com a grande vantagem de ter sempre um servidor sempre pronto e capaz para substituir o titular, se adaptando ao cargo em menor tempo de assunção no cargo. Além de ter cartas políticas para negocias com os partidos. O titular é do partido A e o espelho é do partido Z. Pode, a primeira vista, parecer gasto duplo, mas não é, da produtividade da governança.
Portanto Senhora Presidente, nosso conselho é criar o Ministério Espelho, para ficar preparado para substituir o Ministério Titular em casos de emergência ou de oportunidade política.

Rio de Janeiro, 03 de outubro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº197

O Fato:
A fome e a miséria é um atributo do pessoal do andar de baixo. Mas Deus não determinou que fosse assim. ELLE determinou que os mais capacitados se esforçassem para dar o seu excedente para aqueles que têm escassez. Na hora de distribuir não deu para separar igualzinho porção por porção, mas o volume total é suficiente para tender o que cada um precisa.
ELLE dá o que cada um precisa.

O Conselho:
A fome e a miséria não podem ser desculpa para todas as iniqüidades. A paz, tão desejada e pouco procurada, pode ser alcançada se acabarmos com a fome e a miséria.
E Deus nos deu instrumento para tal façanha.
Senhora Presidente, crie instrumentos legais e ponha todos os seus exércitos para acabar com as fábricas de armas. Comece pelo Brasil. É um forte instrumento, mas precisa que todos do mundo falam a mesma coisa. Outro instrumento forte é acabar com a miséria e em recorrência com a fome. No caso do Brasil, Senhora Presidente promova a campanha para instituir o Fundo Patrimonial do Povo Brasileiro – FPPB – mediante a apropriação de todo patrimônio brasileiro - terra, céu e mar – num fundo e distribuir 180 milhões de cotas a todos os brasileiros. Cada um receberia 12,0 milhões de dólares, tornando-se um belo capitalista, imigrante do campo da fome e da miséria.
Portanto Senhora Presidente, aja em duas frentes:
1.    Acabar com as fábricas de armas
2.    Instituir o Fundo Patrimonial do Povo Brasileiro, distribuindo US$12,0 milhões para cada um.
A fórmula redonda é:
Paz=sem fome=sem miséria=sem armas=paz
É ter vontade política Senhora Presidente, e a Senhora tem!

Rio de Janeiro, 02 de outubro de 2011
Plinio Sales
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0
Ótimo

Assim Senhora Presidente determine que uma auditoria de performance “rankei” os gestores públicos, com o binômio taxa de corrupção X grau de eficácia. O divisor de águas é o conceito 1 quando o grau de corrupção for igual ao grau de eficiência. As demais hipóteses são destorsivas, indo de tolerável a intolerável.
Portanto Senhora Presidente, onde houver denúncias de corrupção, deixe o termômetro do comportamento social.

Rio de Janeiro, 30 de setembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº196

O Fato:
Está em jogo o tema da corrupção, como se fosse uma mais nova amiga de infância da ética. Não é! A corrupção tem idade e é mais velha do que o Diabo. O Diabo só é Diabo porque tem idade, senão já teria virado pó.
Entre os Egípcios, Cleópatra foi subornada e subornou Julio César e também a outros guerreiros romanos.
Quem de nós também já não praticou uma corrupçãozinha, dando picolé ou uma chupeta para calar uma criança chorosa ou malcriada.
A corrupção é instinto do ser humano. O próprio Cristo andou praticando algumas para converter incrédulos à fé cristã.

O Conselho:
Sra. Presidente não se impressione com a denúncia de atos de corrupção. Não leia e arquive todas as denúncias desse tipo, senão o governo pára. A corrupção até 5% do orçamento do gestor denunciado pode ser tolerável. Deve-se determinar a existência de auditorias da eficácia, atribuindo notas de 0 a 10. Até pode-se montar uma tabelinha assim:
Grau de corrupção %
Tolerância em desvio %
Conceito
100
80
Péssimo
50
50
Razoável
10
0
Ótimo

Assim Senhora Presidente determine que uma auditoria de performance “rankei” os gestores públicos, com o binômio taxa de corrupção X grau de eficácia. O divisor de águas é o conceito 1 quando o grau de corrupção for igual ao grau de eficiência. As demais hipóteses são destorsivas, indo de tolerável a intolerável.
Portanto Senhora Presidente, onde houver denúncias de corrupção, deixe o termômetro do comportamento social.

Rio de Janeiro, 30 de setembro de 2011
Plinio Sales

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº195

O Fato:
Getúlio Vargas, ainda na nossa memória, era a antítese do mega-líder. Era baixo, não passava de 1,50 de sapato alto, gorducho e gaúcho. Foi bem planejado e ficou longos anos no poder, num período de guerra e, depois, chamado de volta eleito pelo povo com o slogan – “bota o retrato do velho outra vez”. Se colecionarmos as grandes obras do seu governo, daremos um 7 sofrível pelo tempo todo. A mais lembrada foi a Carteira de Trabalho e as Leis Trabalhistas, causa de milhões de ações nos tribunais do trabalho. É preciso avaliar a eficiência social dessas leis para medir os reais custos-benefícios. A carteira do trabalho é uma oficialização do trabalho escravo remunerado. O trabalho deveria ser uma oferta livre do trabalhador, negociando caso a caso entre o vendedor e o comprador.

O Conselho:
Sra. Presidente, não se preocupe em fazer leis para proteger o trabalhador, porque o tiro sai pela culatra. Diga só, diariamente e em bom tom, I Love you! O trabalhador precisa que a Presidente declare amor a ele e sua família.
O “I Love You” é sintomático. Sabendo disso o trabalhador, sabendo que a sua Presidente o ama, irá trabalhar mais motivado.
Portanto Senhora Presidente, pregue o amor ao trabalhador. Leis têm demais, amor tem de menos.
Formalize o “I Love You” ao decretar o “Fundo Patrimonial do Povo Brasileiro – FPPB”, incorporando ao patrimônio dele, a justa parte dele no patrimônio nacional, cujo valor da cota patrimonial é de 12,0 milhões de dólares.
Ame o trabalhador brasileiro e ele, de volta, lhe amará em dobro.
É esse nosso conselho Senhora Presidente, ame o seu povo!

Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº194

O Fato:
A terra é o habitat natural do ser humano. Primeiro veio a Terra, muitos milênios depois surgiu à vida humana. De 4.000 anos pra cá, levantou-se das 4 patas e aprendeu a andar ereto sobre duas pernas. Chama-se evolução. Continuou por mais tantos mil anos, descobriu o fogo, a roda e o telefone. Hoje é político ficha limpa, sem passado, voltando às 4 patas.
Com maus hábitos está destruindo a Terra e poluindo o seu meio ambiente. Daqui a 50 anos os meus sucessores ficarão impedidos de respirar: vão andar com máscaras e óculos escuros, vestidos em roupas blindadas.
A Terra irá acabar!

O Conselho:
Sra. Presidente adote no seu programa de trabalho, uma equipe para quantificar o futuro pós-50. Deverá ser composta por pensadores, médiuns espíritas, cientistas ortomoleculares, videntes e visionários, que deverão produzir um retrato falado e uma maquete do Brasil no futuro pós-50. Deverá traçar linhas de comportamento da sociedade para os séculos 22/23 em diante, respondendo consultas tais como.
1.    Onde e como morar,
2.    Que saúde deveremos ter
3.    E a mecatrônica vai ajudar
4.    Quais fontes de energia serão da matriz
5.    Lançar condomínios Residenciais no espaço, longe da terra – Área Brasil
6.    Programar embaixadas interplanetárias
7.    Tratado de Vida com Deus para o século 24.
Esses, Senhora Presidente, seriam pontos básicos mínimos, para construir um grande manual do futuro do Brasil.
Nós na Terra somos agentes transitórios, vamos acabar com a Terra de modo próprio ou de forma natural por causa da fadiga dos astros. Senhora Presidente, prepare o povo para a 7ª geração.

Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº193

(SÃO COSME, DAMIÃO E DOUM)

O Fato:
O mundo econômico-financeiro está efervescente e deveras volátil, muitos embates de personalidades, sustentados por bombásticos interesses políticos, e “Et por cause” de raízes econômicas , como sempre foi no correr da história universal.
Neste mundão de coisas, não aparece nada de novo, nada criativo, nada revolucionário, semelhante ao destino do peixe que jamais descobrirá a existência da água, pois ela é o seu habitat.
No caos econômico-social é a mesma coisa, estamos todos no mesmo habitat, nem as mais sensatas das tentações somos capazes de ceder.

O Conselho:
Sra. Presidente, está foi a sua primeira incursão no mundo das variáveis políticas dos grandes senhores do universo. Os atores são diferentes, mas os personagens os mesmos, apenas com alguns novos figurantes.
Com essa nova visão, a Senhora Presidente deverá tomar providências para arrumar o rumo da prosa brasileira.
A primeira coisa a fazer é trocar toda a equipe de governo. Substitua todos por líderes religiosos, que estão mais afinados com Deus.
Não mexa com nada, deixe o curso normal das coisas acontecerem. Passe a acreditar no natural na economia real. Nas leis naturais do mercado. Libere a taxa de juros, crie a zona livre de moedas, adote o Brasex para transações internacionais. Adote como lastro da nova moeda as riquezas nacionais: o petróleo, os minérios, o agro business, os nossos talentos, os recursos naturais e faça o Brasex forte como a nossa forte gente.
Olhe para o mar salgado, quanta riqueza: alimento, energia, água, espaço e outras riquezas. Olhe para o céu e pise na terra.
Senhora Presidente, esqueça os Obamas, os Sarkozis, as Merkel e se invente como a Dilma do Brasil pelo povo brasileiro e o isonero. Esse é o nosso conselho.

Rio de Janeiro, 27 de setembro de 2011
Plinio Sales