terça-feira, 5 de julho de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº107

O Fato:

Novamente chamo o velho Chinês Catang Zu com seus 5 mil modernos anos, que no mandamento 7º disse: dê bons exemplos e os seus guerreiros farão um bom combate!

É similar a do pirata da Rainha Elizabeth, que para dar exemplo aos seus marinheiros, só usava camisa vermelha, porque se fosse ferido, continuaria a lutar, sem preocupar seus bravos. Em certo ataque forte de piratas inimigos, ao ver a situação desfavorável gritou para seu taifeiro: “Traga-me a minha calça Marron!”

E assim Senhor Presidente o bom exemplo deve vir da liderança motivando o seu povo a seguir o caminho apontado como bom.

O Conselho:

Sr. Presidente é preciso dismistificar que toda autoridade tem medo, é insegura, e precisa de um séquito de seguranças para protegê-la. Temos vários exemplos de homens públicos simples, andando só pelas ruas, sendo bem cumprimentado pelo povo.

Para estimular o hábito sadio do uso da bicicleta e a abertura de ciclovias, seria muito importante que, em suas idas e vindas, para o Palácio do Planalto, fôsse pedalando, usando o seu melhor esforço e disseminando esse hábito, como exemplo para o povo.

Melhora a qualidade de vida, reduz a poluição e aproxima mais os bairros, sinergindo a vida nas comunidades.

Esse é o Conselho Sra. Presidente, pedale sempre que possível.


Rio de Janeiro, 05 de julho de 2011

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº106

O Fato:

Para mal governar o Brasil o Presidente conta com mais de 30 ministérios. Uns mais eficientes e a maioria seria condenados por teste de ISO 9000, sem alcançar o rating próximo da Petrobras e da Vale. São ministérios pesados e gastam todo o orçamento com onerosas despesas operacionais. Se medíssemos o coeficiente de performance se obteria 1 por 1, isto é 1 de despesa por 1 de receita.

Tem muitos ministérios com condenada eficiência nos índices RR-88.

O Conselho:

Convocar um Assembléia Geral do povo – O povo é o Poder – e aprovar uma nova estrutura Ministerial, eliminando váriso ministérios, reduzindo-os ao máximo de 12 com as seguintes finalidades constitucionais.

1. Ministério de Recursos da Terra

2. Ministério de Recursos do Ar

3. Ministério de Recursos do Mar

4. Ministério da Educação e desenvolvimento científico e cultural

5. Ministério de Relações Exteriores

6. Ministério das Finanças

7. Ministério do Desenvolvimento

8. Ministério dos Direitos Humanos

9. Ministério da Saúde

10. Conselho de Administração dos Ministérios

11. Conselho de Auditoria Operacional

12. Presidência dos Ministérios

Poderia eliminar os Ministérios da defesa, o Congresso Nacional, o Ministério da Justiça, Ministério do Trabalho e outros que estão fora dos doze listados.

O presidente da Repúblidca, ouvindo o Conselho de Administração e o Conselho de Auditoria Operacional, convocaria uma assembléia Anual do Povo e submeteria o seu relatório de atividades e as contas do emprego do dinheiro do povo. A Assembléia aprovaria ou não as contas apresentadas. A falta de aprovação 3 vezes consecutivas ou não, obrigaria a renúncia de todos os membros do governo, inclusive o Presidente dos Ministérios.

De 7 em 7 anos, seriam convocadas novas eleições para todos os cargos do governo, cabendo a Assembléia Geral do povo, apreciar as chapas apresentadas pelos partidos e aprovar a melhor para o próximo período de 7 anos.

O povo aprova e desaprova, sem intermediários, porque está na base de todas as democracias que todo poder emana do povo e por ele será exercido.

Esse é o Conselho Sra. Presidente.


Rio de Janeiro, 04 de julho de 2011

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº105

O Fato:

As riquesas naturais brasileiras que pertencem ao seu povo, compreende a terra, contudo em cima, o ar e o mar.

O Poder Executivo é composto por dezenas de ministérios, todos com baixíssima produtividade, apresentando custos operacionais superior a 70% do orçamento.

Na iniciativa privada que paga 40% de imposto, iria a falência, logo no primeiro ano. O critério de metas de inflação (target), observado pelo Banco Central, também poderia ser aplicado nos ministérios: se o custo operacional for superior a 50% fecha e cria outro reformado.

Vejamos o caso específico do Ministério da Pesca, hoje cargo como prêmio de consolação para acomodar desencontros políticos, ocupado por ministro que só vê peixe no prato, na hora da refeição e pensa que nascem fritos ou ensopados.

Deus nos deu um marzão, maior que o continente, com alguma finalidade, pois como disse o velho maluco Einstein: “Deus detesta jogo de azar”.

O Conselho:

Transformar o Ministério da Pesca em Ministério dos Recursos do Mar.

Deveria se tornar competente para administrar:

· A comprida faixa costeira, com suas praias, portos, estaleiros e outras atividades pesqueira;

· Transporte marítimo, costeiro e internacional;

· riquezas marítimas e submarítimas: minerais (petróleo), vegetais e pesca;

· fazendas de criação de espécies marítimas;

· energia do mar;

· água derivada do mar,

· calor da evaporação marítima,

· esportes aquáticos, e

· outras inúmeras atividades

Todas as riquezas do mar, hoje estimada, no raio das 200 milhas em centenas de trilhões de dólares, pertencem ao povo brasileiro. E por ele precisam ser bem administradas.

Haverá neste país, um Almirante competente e com sorte pra tratar disso.

Esse é o nosso conselho Senhora Presidente.


Rio de Janeiro, 03 de julho de 2011

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº104

O Fato:

Em todos aeroportos no Brasil encontramos “Free Shops”, onde gastamos troco de dólares ou nossa moeda forte: Brazilian Money. Sempre encomendo o bom Uisque Black Label ao meu amigo para comprar na volta e entregar-me em casa. Ele prometeu, mas até hoje parece cabelo de freira! A gente sabe que existe, mas ninguém vê.

O fato é que o comércio é feito no Brasil pra quem passa nos aeroportos, fazendo propaganda do Produto Estrangeiro.

O Conselho:

Presidente determine ao Itamaraty, ao Bndes, ao Banco do Brasil, as Federações de Indústria e Comércio, as empresas exportadores que se consorciem e criem o “Trem Shop do Brasil”, a serem instalados em todos os aeroportos do mundo, agindo como um braço avançado do Departamento Comercial do Itamaraty, que funcionassem como Casas de Brasileiros, que respondessem a pergunta: Onde encontro produtos brasileiros?

Nas lojas verde e amarelo dos Shops Brasileiros se venderia todos os produtos brasileiros, classificados como exportáveis, desde o café, a cachaça, as sandália, os biquínis, as camisas dos jogadores de times brasileiros, a Banderira do Brasil, e tudo mais que a criatividade do empresário brasileiro é capaz de criar.

Os vendedores-diplomatas das lojas, vinte em cada uma, seriam selecionados entre as diversas espécies genuinamente brasileiras: índios, negros, mulatas, brancas e outras tonalidades.

Esse modelo funcionaria em favor dos produtos brasileiros, relações públicas do Brasil e, acima de tudo, gerando emprego e renda para os brasileiros.

Seria uma boa resposta ao meu pedido de uísque ouvir um gringo dizer que vai comprar guaraná no Trem Shop do Brasil no aeroporto de Dallas, San Diego, Miami ou no Ezeiza na Argentina.

Esse é o Conselho Senhor Presidente.


Rio de Janeiro, 02 de julho de 2011

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº103

O Fato:

Na massa trabalhadora da população brasileira, estimada em 70 milhões de cidadãos, estima-se que 8% está desempregada.

É bem mais simples elimiar esse grupo de desempregado com a participação dinâmica do Ministério do Trabalho. E aí a política do Presidente declararia de alto e de bom som ter acabado com o desemprego.

O Conselho:

Criar a Fundação de Combate ao Desemprego do Trabalhador – FDCT – com a finalidade de contratar todos os trabalhadores desempregados, recebendo 2 salários mínimos mensais, vigorando no máximo por dois anos. O custo do programa seria de 180 bilhões de reais nos dois anos, administrado pelo Ministério do Trabalho.

As fontes dos recursos seriam oriundos das seguintes contribuições:

1. 2% da folha de contribuição de todos os trabalhadores,

2. 50% da arrecadação do imposto de Operações Financeiras,

3. 10% da arrecadação do imposto dos royalties do petróleo,

4. 50% da arrecadação do imposto sobre cigarros e bebidas, e

5. contribuição orçamentária, retirando parte das contribuições sociais aos fundos administrados pelo Poder Executivo.

O “FCDT” em seu programa de trabalho instituiria cursos de capacitação profissional, moral civil e ética, associados a programas de voluntários para participar de programas de assistência social.

Integrado com as Forças Armadas, prestariam serviços voluntários na segurança das fronteiras, costeira e marítima. No curso dos quais frequentariam cursos especiais para que fiquem habilitados a tal fim.

Desse modo os ex-desempregados estariam se lapidando, tornando-se úteis a sociedade a um baixo custo social.


Rio de Janeiro, 01 de julho de 2011


Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº102

O Fato:

Periódicamente, centenas de milhares de jovens estudantes, participam da maratona dos vestibulares, pretendendo vencer o sonho de ingressar às faculdades, querendo melhorar a sua categoria social. É parecido com as olimpíadas dos espermatozóides, onde somente um será o vencedor ou, por acidente, dois se alojam na mesma casa ou em casas separadas.

É uma corrida de pura perda tempo, pra quê...pra nada! Até cotas segregacionais já inventaram para produzir cidadãos de segunda catigoria. Os passados por cota vai pro final da fila, dando continuidade a odiada segregação racial.

Senhor Presidente, é impossível que abaixo da linha do equador esteja ausente um pensador de olhos abertos para mudar o critério de seleção no vestibular, evitando tantos “stresses” de pais e filhos, tudo concentrado em determinados fins de semana, prejudicando o trânsito, quando às vezes acontece de ter que refazer as provas e, repetir, a tortura.

É uma maratona do mal.

O Conselho:

Alterar o regime de seleção do vestibular, mudando para o mérito das médias das notas escolares, registradas no pré-ano vestibular. As melhores médias, limitadas pelo número de vagas, seriam aprovadas.

Desloca o foco da corrida para o esforço do estudo no ano anterior.

Se preferir ser mais humanista, mude o critério para selecionar os mais idosos, dentro da faixa etária escolar, até o limite do número de vagas seriam aprovado. O candidato de 20 anos teria preferência ao de 16. E, a cada ano vai se aplainando a fila de candidatos.

Acaba com as maratonas dos candidatos nos fins de semana, seguidos dos pais nervosos atraz, sem falar na decepção da derrota.

Que quota que nada, vamos a democracia da seleção: ou pelos mais competentes ou pelos mais idosos, ou ainda, faça-se 50% de um lado e 50% do outro.

Esse é o conselho Senhor Presidente.


Rio de Janeiro, 01 de julho de 2011


Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº101

O Fato:

Nesta onda de predominio das mulheres no mundo inteiro e todas assumindo posições de liderança, demonstrando competência e eficácia, proponho promulgar por medida provisória as seguintes medidas.

O Conselho:

1.Reduzir o número de Ministros para apenas 10, fazendo com que alguns acumulem mais de um Ministério que seja impossível fundir com outro ou outros.

2.Que todos os 10 Ministros sejam mulheres, principalmente mães e donas de casa e se possível com experiência parlamentar ou que já tenha exercido cargos de direção na iniciativa privada. Ao mesmo tempo renomear os atuais Ministros como secretários executivos dos ministérios que ocupavam.

3.Esse novo modelo de organização que já aconteceu em sociedades primitivas, será capaz de comprovar a tese da real competência das mulheres.

4.Esse é o nosso conselho, inspirado por uma profecia do Alan Kardeck, através do seu oráculo Chico Xavier.


Rio de Janeiro, 30 de junho de 2011

Plinio Sales