terça-feira, 5 de julho de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº105

O Fato:

As riquesas naturais brasileiras que pertencem ao seu povo, compreende a terra, contudo em cima, o ar e o mar.

O Poder Executivo é composto por dezenas de ministérios, todos com baixíssima produtividade, apresentando custos operacionais superior a 70% do orçamento.

Na iniciativa privada que paga 40% de imposto, iria a falência, logo no primeiro ano. O critério de metas de inflação (target), observado pelo Banco Central, também poderia ser aplicado nos ministérios: se o custo operacional for superior a 50% fecha e cria outro reformado.

Vejamos o caso específico do Ministério da Pesca, hoje cargo como prêmio de consolação para acomodar desencontros políticos, ocupado por ministro que só vê peixe no prato, na hora da refeição e pensa que nascem fritos ou ensopados.

Deus nos deu um marzão, maior que o continente, com alguma finalidade, pois como disse o velho maluco Einstein: “Deus detesta jogo de azar”.

O Conselho:

Transformar o Ministério da Pesca em Ministério dos Recursos do Mar.

Deveria se tornar competente para administrar:

· A comprida faixa costeira, com suas praias, portos, estaleiros e outras atividades pesqueira;

· Transporte marítimo, costeiro e internacional;

· riquezas marítimas e submarítimas: minerais (petróleo), vegetais e pesca;

· fazendas de criação de espécies marítimas;

· energia do mar;

· água derivada do mar,

· calor da evaporação marítima,

· esportes aquáticos, e

· outras inúmeras atividades

Todas as riquezas do mar, hoje estimada, no raio das 200 milhas em centenas de trilhões de dólares, pertencem ao povo brasileiro. E por ele precisam ser bem administradas.

Haverá neste país, um Almirante competente e com sorte pra tratar disso.

Esse é o nosso conselho Senhora Presidente.


Rio de Janeiro, 03 de julho de 2011

Plinio Sales

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