O Fato:
As riquesas naturais brasileiras que pertencem ao seu povo, compreende a terra, contudo em cima, o ar e o mar.
O Poder Executivo é composto por dezenas de ministérios, todos com baixíssima produtividade, apresentando custos operacionais superior a 70% do orçamento.
Na iniciativa privada que paga 40% de imposto, iria a falência, logo no primeiro ano. O critério de metas de inflação (target), observado pelo Banco Central, também poderia ser aplicado nos ministérios: se o custo operacional for superior a 50% fecha e cria outro reformado.
Vejamos o caso específico do Ministério da Pesca, hoje cargo como prêmio de consolação para acomodar desencontros políticos, ocupado por ministro que só vê peixe no prato, na hora da refeição e pensa que nascem fritos ou ensopados.
Deus nos deu um marzão, maior que o continente, com alguma finalidade, pois como disse o velho maluco Einstein: “Deus detesta jogo de azar”.
O Conselho:
Transformar o Ministério da Pesca em Ministério dos Recursos do Mar.
Deveria se tornar competente para administrar:
· A comprida faixa costeira, com suas praias, portos, estaleiros e outras atividades pesqueira;
· Transporte marítimo, costeiro e internacional;
· riquezas marítimas e submarítimas: minerais (petróleo), vegetais e pesca;
· fazendas de criação de espécies marítimas;
· energia do mar;
· água derivada do mar,
· calor da evaporação marítima,
· esportes aquáticos, e
· outras inúmeras atividades
Todas as riquezas do mar, hoje estimada, no raio das 200 milhas em centenas de trilhões de dólares, pertencem ao povo brasileiro. E por ele precisam ser bem administradas.
Haverá neste país, um Almirante competente e com sorte pra tratar disso.
Esse é o nosso conselho Senhora Presidente.
Rio de Janeiro, 03 de julho de 2011
Plinio Sales
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