quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº139


O Fato:
Hoje no Hotel Sheraton, dia 5 de agosto, está ocorrendo um congresso inusitado que aborda o tema – Déficit de Atenção.
Tem até o Instituto Brasileiro de Déficit de Atenção – IBDA – altamente organizado, patrocinando um congresso de grande magnitude coisa de primeiro mundo. Esse movimento merece profunda reflexão, pois até os animais precisam e requerem atenção. Por outro lado a atenção é transmitida ou concedida por um meio qualquer.
Estamos preocupados com o povo do interior, que também são chamados para votar e nesses momentos são lembrados: o travesti de eleitor.
A Presidente foi líder do Programa Luz para Todos, renovando um programa anterior, e beneficiou milhões de interioranos, transformando a sua qualidade de vida para muito melhor, criando novas pessoas.
A luz, o som, a internet, se constituem no fator fundamental de levar atenção ao povo das periferias agro produtivas: o povo rural.

O Conselho:
Sra. Presidente, com o seu poder imperial, determine ao seu Ministro das Comunicações que faça um upgrade nos condutos que levam luz para todos que leve também o som, a voz (ipod) e a internet, utilizando as modernas tecnologias disponíveis. Dessa maneira todos poderão ser integrados na grande aldeia global brasileira, dando outro salto dilmeniano nas rotas de Einstein.
Esse é o nosso conselho Sra. Presidente: transforme o luz para todos em atenção para todos.

Rio de Janeiro, 05 de agosto de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº138


O Fato:
Há um equívoco induzido por caolhos da indústria automobilística, que possui loby pesado junto às autoridades fiscais.
Incentivar com redução do IPI a produção no Brasil de peças e acessórios destinados a produção de automóvel pelas indústrias brasileiras, quando o fundamento correto é proibir a produção de automóveis, pois as ruas nãos suportam mais o acréscimo de veículos em circulação. Nem os pulmões dos cidadãos. Aliás pela tese do Chico Anísio de que “o povo é que se foda”, essa decisão está correta.
Se tem que fazer, dirija para a produção de exportação ou a veículos coletivos, movidos à combustível verde.

O Conselho:
Sra. Presidente determine aos seus Ministros que só estimulem a produção de veículos para o transporte coletivo ou exclusivamente destinados à exportação.
Quando a produção de veículos de passageiros poderia receber incentivos para reduzir sua produção, concedendo à indústria uma redução no pagamento do IPI de US$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos dólares) por veículo não produzido, equivalente ao preço de 100 ton. de carbono que deixa de ser jogado na atmosfera. Poderia ser maior se solicitasse ao Paulo Braga para apresentar a ONU um projeto que resgate carbono, gerando certificados de créditos de carbono, equivalentes a 100 milhões de toneladas de carbono por ano, por cada hum milhão de veículos não produzidos, gerando uma receita adicional de US$ 1,5 bilhões de dólares em certificado de carbono para a indústria automobilística, bem maior do que a redução de incentivos fiscais.
Portanto Senhora Presidente, só estimular casos que não prejudiquem a qualidade de vida do cidadão brasileiro, redirecione os incentivos para a redução de CO2 e emissão de CCR – Certificados de Carbono.
É apenas um direito do povo, ser protegido pelo governo que o representa, condenando a lei do “povo que se foda”.
É esse o conselho Sra. Presidente.

Rio de Janeiro, 04 de agosto de 2011
Plinio Sales

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº137


O Fato:
O desemprego é uma contingência da desorganização do mercado geral. Haveria o equilíbrio se os agentes produtivos de bens e serviços empregassem toda mão de obra disponível com vontade de trabalhar, existem no mercado como todo. E o desajuste é obrigação do estado, através dos seus governos, criar um colchão de ajuste. Ai sim teremos o efeito keynesiano, com o estado intervindo na economia para ajustar o equilíbrio, entre as forças da demanda e da oferta. Cujos rótulos, envolvem a sociedade humana.

O Conselho:
A figura simbólica do Estado é o conjunto de todos os cidadãos de um território, organizado por poderes, divididos por gestores governamentais.
Cabe ao estado, defeso pelos seus preceitos constitucionais, proteger seus cidadãos, dando-lhe o direito de ir e vir e, também o direito ao trabalho de acordo com a sua capacidade.
Para ajustar o desequilíbrio das forças do trabalho no mercado, deve atuar a figura forte do estado. Acabar com o desemprego é uma das 4 funções primordiais do Estado. Dessa forma, com essa obrigação, o Estado deve criar e constituir o Instituto do Bem Estar Social – IBES.
Esse instituto teria a função de promover o emprego, com carteira assinada, de todo o trabalhador brasileiro, promovendo cursos de capacitação profissional, fazendo convênio com entidades de ensino e de prestação de serviços no Brasil e no exterior.
A organização do IBES seria regional, distribuída nos núcleos de agendamento de trabalhadores.
O Plano Estratégico do IBES é não permitir o desemprego. Ora se o desemprego é de 10% significa que 90% trabalham e podem ajudar os co-irmãos que estão do outro lado do mercado, forçando a redução dos salários. Só a melhoria dos salários dos empregados, podem criar a fonte de sustento do trabalho, fornecido pelo IBES.
Em termos de recursos é só resgatar uma parte de todos os recursos financeiros de todos os órgãos públicos. Parte do imposto das remessas financeiras, tanto as que vão quanto as que vêm. É parte de outras tantas fontes supérfluas que convivem com fundos, CEF e tantos outros.
Do IBES, com os seus cursos de capacitação, vão surgir verdadeiros heróis que possam servir a população das comunidades.
Nosso conselho é para criar o IBES.
E vamos acabar o desemprego. Se não aceitar, mande o meliante para a cadeia do Vidigal.

Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº136

O Fato:
Neste grande e majestoso país você encontra a arte em todos os recantos, nas pessoas, nas plantas, nos animais, enfim em tudo que se olhar. O que é mais bonito e artístico vê uma criança dar ser primeiros passos e depois imaginar onde ira parar e em que caminhos vão passar até o pódio final. Nesse meio termo vai se deparar com uma imensa variedade de artistas, dançando, cantando, pintando, tocando instrumentos, artesões de tudo. Muitas genialidades sem igual no mundo inteiro. São os artistas do prazer de todas as formas.

O Conselho:
Senhora presidente crie o dia Universal do Artista Brasileiro de Todas as Artes. Neste dia, haveria eventos em todas as praças brasileiras, até lá em Villar de Goiás como também na sua co-irmã Villar dos Telles, com concursos e prêmios para os vencedores, julgados por júri popular.
Selecionaríamos o melhor cantor de forró, de música romântica; o melhor artesão de recicláveis, o melhor equilibrista da bola, o melhor galo cantor e outras inúmeras categorias.
Senhora Presidente, a cada vencedor poderia ser contemplado por um emprego público para, de forma permanente, divertir à sociedade, principalmente os doentes nos hospitais.
Esse é o nosso conselho Senhora Presidente: criar o Dia Universal do Artista Brasileiro.


Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº135


O Fato:
Qual é a matemática certa para se dizer quanto vale o real, diante das outras moedas. A fórmula mais simples se não me engano, keynesiano, divide o estoque de moedas, em conceito restrito de disponível para gastar, considerado MT (Moeda Total) na equação onde o denominador é o estoque de real, no mesmo conceito:
Tc = MTi / Rb , onde MTi é o estoque de Moeda Total no país “i” e o Rb = estoque de Real no Brasil.
Então temos: i=EEUU
MTi
Rb
Tc
100
20
5,00
100
1
0,01



Então a Taxa de Cambio seria no 1º caso 5 por 1: 5 reais por 1 dólar, ou 1 centavo por 1 dólar. Entre um valor e o outro as variáveis variam no tempo.
Na prática é mais complicado, acrescentando a oferta e a demanda, a taxa de juros. As expectativas do mercado e os interesses em jogo.
Desse modo a capacidade relativa de um país menor, em potencial monetário, é quase nada.
Os tsunamis financeiros, provocados pelo EEUU para se defender do câmbio da China será massacrante para o Brasil. Voltemos a equação inicial simples, se dobrar o estoque de MTi a taxa de câmbio em relação ao Rb cairá à metade. Não há política fiscal que defenda o real desse fenômeno.
Aumentando a capacidade de emitir títulos, pra mais 3 trilhões de dólares, esse valor vai se somar ao estoque anterior (parte) e pressionar o câmbio par abaixo, valorizando o real.

O Conselho:
Acabar com o critério da equação monetária para calcular a Tc da moeda estrangeira em relação ao real.
No lugar do Estoque de moeda, vamos considerar apenas o estoque de moeda destinada às transações (compra e venda) e a movimentação financeira de saídas (amortização, juros e royalties) e entradas (fluxo de capitais de investimentos e de empréstimos), tirando da equação os movimentos especulativos e os provocados pela atração dos juros altos.
Essa seria a taxa de câmbio descontaminada dos George Soros da vida.
Seria o expurgo das variações aleatórias no dizer dos técnicos da FGV.
Sra. Presidente, nosso conselho é mude os critérios de avaliação da taxa de câmbio em defesa do real.

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº134


O Fato:
É natural que em qualquer entidade haja desperdício, ou por ineficiência operacional, seja isso lá o que for, por vícios intrínsecos e pela ação delituosa do Sr. Murphy. Mas, esse é apenas um lado da questão. Sempre tem três: 1) O que eu acho, 2) O que o outro acha e 3) O que é certo.
No caso da administração de dinheiro do povo, o certo é administrar com a maior eficiência (eficácia) o bem público.
O cara pode ser o mais honesto do PT, mas ineficiente, incapaz, fundamentalista e idiota. Esse tem que ser descartado. Getúlio Vargas ensinava que dinheiro não vai pro céu. Já o Bispo Macedo joga tudo pro alto e o que Deus pegar é dele. São formas de ver a mesma questão.
Toda entidade, pelas leis de auditoria de supermercados, aceita uma taxa de roubo de até 5% como normal.
Nos ministérios públicos o foco da meta deveria ser essa: admitir veladamente desvios até 5% do orçamento público, sabendo que esse dinheiro não vai pro céu, mas também gera renda e cria empregos.

O Conselho:
Sra. Presidente determinar aos seus órgãos de fiscalização e de auditoria que admitam uma taxa de desvio de até 5% na administração direta e indireta.
Por outro lado utilizar rigidamente a régua da eficiência. Se não for eficiente e está na meta dos 5% deve ser mantido. Se não for eficiente mesmo com taxa zero de desvio, despache-o para o Instituto do Equilíbrio Universal do Carlos, amigo do Macedo.
Portanto Senhora Presidente, o Ministro eficiente, com taxa de desvio até 5%, deve continuar. Ele é a raiz do progresso.

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº133


O Fato:
Ao andar pelas ruas dos bairros, é comum depararmos com pequenos animais, vivendo soltos ou abandonados, procurando uma mão amiga para alimentá-lo ou uma lata de lixo generosa de fácil acesso.
Predomina os cachorros, também gatos, coelhos, pássaros, cobras, até jacarés já vi. Os macaquinhos fazem a festa nas manhãs ensolaradas do Vidigal.
São pequenos animais sem qualquer proteção e sem lar, formam uma população de peso, mas não votam. Não são eleitores.
São inofensivos, mas podem se tornar perigosos transmissores de doenças ou de epidemias.

O Conselho:
Senhora Presidente proponha ao congresso, uma medida provisória instituindo o Programa Nacional de Proteção dos Pequenos Animais, com o objetivo de levar saúde alimentação e previdência aos animais abandonados e largados pelas ruas.
Os recursos viriam de patrocinadores e, somados ao orçamento, os quais sustentariam o PNPMV, onde constará de todos os nocivos ontem/disciplinados, sem apoio militar .
Neste fim de julho de 2011, aconselhamos desenvolver o PNP aos pequenos empresários, apoiado na sua equpe de controle.
Então Senhora Presidente crie uma secretaria, no âmbito do Ministério da Agricultura, com verba própria, para coordenar o Programa Nacional de apoio aos Pequenos Animais. Controlados hoje por terceirizados que se encarregariam da administração desse programa: o SUS-Animais.
Esse é o nosso Conselho Senhora Presidente.

Rio de Janeiro 31 de julho de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº132


O Fato:
É da sabedoria popular que todos temos duas ou três caras, para usar conforme a ocasião. Há o dito do Caetano Velloso de que de perto ninguém é normal.
Para conhecer o povo e o que o povo pensa, tem que conviver com o povo. No povo tem especialistas em doces, cocadeiros e de brigadeiros, vendendo aos que passa. Tem motoristas de taxis e tem pilotos de avião. Classes gays e também de artistas do Nós do Morro. Tem corintiano, flamengo e paissandu. Cada um, com a sua própria personalidade e suas circunstâncias. O Geovanni misterioso andante do Vidigal, como judeu errante, carrega todas as suas coisas em duas malas e mora na rua, tem uma lógica impressionante sobre a vida e não é amarga.
Então cada povo tem a sua palmatória, e seus pensamentos e suas críticas.

O Conselho:
É impossível nas cercanias do espelho d’água, ilhada, cercada de puxa-sacos, conhecer o que o povo, verdadeiramente, pensa.
Para chegar aos ouvidos e olhos nessa submassa arranje disfarces, compostos por personal-disfarcistas da Globo, e caminhe pelo povo. Nas ruas do Recife, na Barão de Itapetininga, na Feira do Ver o Peso, no Pelourinho, na Lapa-Rio ou no Vidigal. Fique atenta e anote o que vê e ouve. Ao chegar no Planalto determine os alívios em favor do povo: do pãozinho quente aos problemas de transportes, será feito um rol de providências em favor do povo.
Esse é o Conselho Sra. Presidente se disfarce para bem ouvir e ver o povo, chegando à sua intimidade.

Rio de Janeiro, 29 de julho de 2011
Plinio Sales

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº131


 O Fato:
Ninguém gosta de declarar que gosta de morar em favela. É melhor mostrar a conta de luz, da água ou do IPTU, com rua e nº bem definidos, qualificando o cidadão.
Morar em favela é uma contingência das condições de vida: baixa renda, aluguéis caros, perto dos locais de trabalho e facilidade de condução.
Todos os favelados, em seus sonhos pensam na casa própria da Caixa Econômica Federal que se tornou um grande Deus mitológico.

O Conselho:
Sra. Presidente será bom criar o bônus verde da casa própria para beneficiar os favelados do Brasil inteiro. Com esse bônus, resgatável nas agências da CEF ou das lotéricas, o benefício poderia comprar material de construção e outros bens que melhorassem sua condição de morador. Poderiam até reunirem-se em cooperativas e criar um novo conjunto habitacional com a ajuda dos poderes municipais.
Os recursos viriam dos rendimentos do FGTS, PIS, PASEP, de outros fundos sociais, da arrecadação do IPTU, da arrecadação do Imposto de Transmissão Causa Mortes ou Intervivos, dos quais retirados, apenas 10%, poderiam formar o grande fundo de resgate dos bônus verde da casa própria.
Sra. Presidente, nosso conselho é criar o Bônus Verde da Casa Própria, com valor a estudar.

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº130


O Fato:
Na vida do cidadão ele se defronta com várias condições comportamentais, fora do seu controle individual.
De cara tem a natureza, cobrindo o chão, o ar, o céu, o mar e tudo que eles contêm ou que produzam.
Dai surgem os fazendeiros, criadores de gado, mais as florestas e o mundo. Vive a economia real da natureza. Dai pra frente, é tudo artificial, inventado pelo homem, aproveitando-se da dádiva da natureza.
Em cima da economia real, cuja raiz é a natureza, o homem inventou a economia monetária, por ele mesmo manejada.
Essa economia não tem compromissos com a razão, nem com a lógica. É fruto do comportamento social do homem, por isso é tão errática. Na base se tem a economia real. Na cobertura temos, entre outras, a economia monetária com todas as suas distorções.

O Conselho:
Sra. Presidente procure adotar políticas que afastem a economia monetária da economia real. Teoricamente a economia monetária deveria ser neutra em relação à economia real.
A intercomunicação entre as duas se não for uma arte será maléfica aos pobres.
Portanto Sra. Presidente, de um salto no escuro, construa um novo modelo de economia monetária. Fuja das taxas de juros controladas. Existe para proteger as poupanças dos ricos e dos banqueiros.
A taxa de cambio é outra artificialidade. A certa é a que vem da economia real. Essa da economia monetária é mitológica, nem pras moedas vale.
Sra. Presidente revogue tudo e crie a sua economia brasileira.

Rio de Janeiro, 27 de julho de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº129


O Fato:
A visão da massa de trabalhadores se deslocando das suas residências para chegar ao trabalho, utilizando-se de transporte público desconfortáveis, reduzindo sua energia potencial antes de começar a trabalhar. Em média são duas horas perdidas por dia, por cada trabalhador ambulante. No total de 40 milhões de trabalhadores são 80 milhões de horas por dia, gastos em locomoção de casa para o trabalho. É puro desgaste e sem produtividade para a sociedade.

O Conselho:
Diante desse quadro de caminhos cruzados, o governo pode estimular aos bancos e caixas de poupanças, a incentivar fiscal e financeiramente, a construção de casas ou residências, em cinturões urbanos vizinhos a centros industriais ou comerciais redesenhando a malha de ocupação urbana, obrigando que as novas construções de residências sejam instaladas próximas a locais de trabalho.
Promover intercâmbios empresariais, transferência de trabalhadores para outra empresa, sem perdas de direitos capitalizados, até a data da sua transferência. Esses intercâmbios poderiam ser contemplados com sorteio de passagens de ônibus intermunicipais ou passagens aéreas comerciais.
Esse é o nosso conselho Sra. Presidente: “criar emprego e a palavra de ordem”.

Rio de Janeiro, 26 de julho de 2011
Plinio Sales