quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº138


O Fato:
Há um equívoco induzido por caolhos da indústria automobilística, que possui loby pesado junto às autoridades fiscais.
Incentivar com redução do IPI a produção no Brasil de peças e acessórios destinados a produção de automóvel pelas indústrias brasileiras, quando o fundamento correto é proibir a produção de automóveis, pois as ruas nãos suportam mais o acréscimo de veículos em circulação. Nem os pulmões dos cidadãos. Aliás pela tese do Chico Anísio de que “o povo é que se foda”, essa decisão está correta.
Se tem que fazer, dirija para a produção de exportação ou a veículos coletivos, movidos à combustível verde.

O Conselho:
Sra. Presidente determine aos seus Ministros que só estimulem a produção de veículos para o transporte coletivo ou exclusivamente destinados à exportação.
Quando a produção de veículos de passageiros poderia receber incentivos para reduzir sua produção, concedendo à indústria uma redução no pagamento do IPI de US$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos dólares) por veículo não produzido, equivalente ao preço de 100 ton. de carbono que deixa de ser jogado na atmosfera. Poderia ser maior se solicitasse ao Paulo Braga para apresentar a ONU um projeto que resgate carbono, gerando certificados de créditos de carbono, equivalentes a 100 milhões de toneladas de carbono por ano, por cada hum milhão de veículos não produzidos, gerando uma receita adicional de US$ 1,5 bilhões de dólares em certificado de carbono para a indústria automobilística, bem maior do que a redução de incentivos fiscais.
Portanto Senhora Presidente, só estimular casos que não prejudiquem a qualidade de vida do cidadão brasileiro, redirecione os incentivos para a redução de CO2 e emissão de CCR – Certificados de Carbono.
É apenas um direito do povo, ser protegido pelo governo que o representa, condenando a lei do “povo que se foda”.
É esse o conselho Sra. Presidente.

Rio de Janeiro, 04 de agosto de 2011
Plinio Sales

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