O Fato:
O desemprego é uma contingência da desorganização do mercado geral. Haveria o equilíbrio se os agentes produtivos de bens e serviços empregassem toda mão de obra disponível com vontade de trabalhar, existem no mercado como todo. E o desajuste é obrigação do estado, através dos seus governos, criar um colchão de ajuste. Ai sim teremos o efeito keynesiano, com o estado intervindo na economia para ajustar o equilíbrio, entre as forças da demanda e da oferta. Cujos rótulos, envolvem a sociedade humana.
O Conselho:
A figura simbólica do Estado é o conjunto de todos os cidadãos de um território, organizado por poderes, divididos por gestores governamentais.
Cabe ao estado, defeso pelos seus preceitos constitucionais, proteger seus cidadãos, dando-lhe o direito de ir e vir e, também o direito ao trabalho de acordo com a sua capacidade.
Para ajustar o desequilíbrio das forças do trabalho no mercado, deve atuar a figura forte do estado. Acabar com o desemprego é uma das 4 funções primordiais do Estado. Dessa forma, com essa obrigação, o Estado deve criar e constituir o Instituto do Bem Estar Social – IBES.
Esse instituto teria a função de promover o emprego, com carteira assinada, de todo o trabalhador brasileiro, promovendo cursos de capacitação profissional, fazendo convênio com entidades de ensino e de prestação de serviços no Brasil e no exterior.
A organização do IBES seria regional, distribuída nos núcleos de agendamento de trabalhadores.
O Plano Estratégico do IBES é não permitir o desemprego. Ora se o desemprego é de 10% significa que 90% trabalham e podem ajudar os co-irmãos que estão do outro lado do mercado, forçando a redução dos salários. Só a melhoria dos salários dos empregados, podem criar a fonte de sustento do trabalho, fornecido pelo IBES.
Em termos de recursos é só resgatar uma parte de todos os recursos financeiros de todos os órgãos públicos. Parte do imposto das remessas financeiras, tanto as que vão quanto as que vêm. É parte de outras tantas fontes supérfluas que convivem com fundos, CEF e tantos outros.
Do IBES, com os seus cursos de capacitação, vão surgir verdadeiros heróis que possam servir a população das comunidades.
Nosso conselho é para criar o IBES.
E vamos acabar o desemprego. Se não aceitar, mande o meliante para a cadeia do Vidigal.
Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2011
Plinio Sales
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