quarta-feira, 10 de agosto de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº130


O Fato:
Na vida do cidadão ele se defronta com várias condições comportamentais, fora do seu controle individual.
De cara tem a natureza, cobrindo o chão, o ar, o céu, o mar e tudo que eles contêm ou que produzam.
Dai surgem os fazendeiros, criadores de gado, mais as florestas e o mundo. Vive a economia real da natureza. Dai pra frente, é tudo artificial, inventado pelo homem, aproveitando-se da dádiva da natureza.
Em cima da economia real, cuja raiz é a natureza, o homem inventou a economia monetária, por ele mesmo manejada.
Essa economia não tem compromissos com a razão, nem com a lógica. É fruto do comportamento social do homem, por isso é tão errática. Na base se tem a economia real. Na cobertura temos, entre outras, a economia monetária com todas as suas distorções.

O Conselho:
Sra. Presidente procure adotar políticas que afastem a economia monetária da economia real. Teoricamente a economia monetária deveria ser neutra em relação à economia real.
A intercomunicação entre as duas se não for uma arte será maléfica aos pobres.
Portanto Sra. Presidente, de um salto no escuro, construa um novo modelo de economia monetária. Fuja das taxas de juros controladas. Existe para proteger as poupanças dos ricos e dos banqueiros.
A taxa de cambio é outra artificialidade. A certa é a que vem da economia real. Essa da economia monetária é mitológica, nem pras moedas vale.
Sra. Presidente revogue tudo e crie a sua economia brasileira.

Rio de Janeiro, 27 de julho de 2011
Plinio Sales

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