O Fato:
Atribuo a carteira de trabalho assinada, como se diz, à boca pequena, a uma forma de característica do século XXI, como se fosse uma pegadinha da Lei Áurea.
Descobri que pessoas, bem conectadas, tementes a Deus, consideram a posse de uma carteira de trabalho uma conquista monumental. Em função disso, ser um “sem carteira” se considera um marginal. Vira cidadão sem futuro e indolente para o trabalho produtivo. Esse estado de ânimo provoca uma onda de letargia, contaminando a massa trabalhadora com uma grande carteira assinada, porém com pensamento Chapliniano.
O Conselho:
Determinar aos dirigentes do Banco do Brasil e da CEF, a abertura de linhas de crédito para atender a demanda de micro-empresários para capacitar os escolhidos, a fim de que encontrem o trem certo pra chegar.
Senhora Presidente é preciso desmistificar essa grande fixação em ter carteira assinada, em detrimento do empreendedorismo.
Senhora Presidente o Conselho é criar condições para que os cidadãos, homem ou mulher, se obriguem a aprender a ser empresários individuais, intitulados de “empreendedores autônomos” fornecendo-lhes uma “Carteira de Previdência Social”(CPS). Essa carteira, chipada com dados do portador, tornando-se um Cartão Social, através do qual pagaria seus imposto de forma voluntária.
Portanto, Senhora Presidente o Conselho é determinar ao Congresso estender ao povo o direito de ser um só empreendedor, com sua carteira da presença, apresentando contudo um cartão social.
Rio de Janeiro, 07 de julho de 2011
Plinio Sales
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