VAMOS ECONOMIZAR DIPLOMATICAMENTE
O Fato:
O Brasil possui dedos na quase totalidade dos países do mundo, empregando milhares de pessoas, entre brasileiros e alienígenas locais. Os gastos da diplomacia brasileira no exterior é fantástico, se comparados aos resultados.
Pra quê? Pra nada!
Os funcionários públicos das embaixadas e dos consulados são elitistas e arrogantes. Dificilmente atende aos brasileiros no exterior com elegância e eficiência, fazem apenas um favor.
Sob o ponto de vista comercial, a Varig, quando viva, fazia bem melhor.
O Conselho:
Sra. Presidente, reestruture todas as representações diplomáticas brasileiras no exterior, trazendo-as de volta e as redistribua aos países das Américas. Nesta zona teremos capacidade de fortalecer o nosso poder político e intensificar as nossas relações comerciais, estruturando o Mercado Comum Latino Americano. É um mercado, incluindo o México, de mais de 500 milhões de habitantes. É preferível ser cabeça de sardinha do que bunda de baleia.
Os demais países do mundo inteiro, exceto o Mercado Comum Latino Americano, seriam atendidos por agências dos bancos brasileiros e de outros bancos brasileiros no exterior.
Toda a parte relativa aos direitos humanos, poderia ser atendida por escritórios terceirizados da ONU e escritórios de advogados importantes, com os quais se manteria contratos, supervisionados por autoridades brasileiras.
No final do processo de reajuste, devemos apurar qual foi o custo de custeio do Novo Sistema Diplomático, com os gastos do Itamarati.
A diferença menor seria transferida para o “Fundo de Recursos”, liberados pelo Itamarati para o combate da miséria no Brasil.
Esse é o nosso conselho Senhora Presidente.
Rio de Janeiro, 18 de julho de 2011
Plinio Sales
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