domingo, 1 de agosto de 2010

Conselho nº 3

Caro Companheiro e Presidente

O Fato


A expectativa da morte em muitos casos pode alimentar o desespero. Embora possamos ensinar que a morte é um fato tão natural quanto a vida, mas os aspectos causadores de ansiedade podem ser atenuados pela benção da vida, como o medo de ir para o inferno, as vezes, transformado em terror ou pânico. Neste momento é preciso lembrar que o amor não morre jamais, é eterno e nos une, pelos laços da simpatia a todos que foram antes de nós e a todos que aqui permanecem, quando transpondo o umbral da morte, partimos para outra dimensão de vida.
Não será a expectativa de um atestado de óbito que se tornará o terror do fim da vida.
É preciso atenuar o estresse dessa expectativa.


O Conselho


Senhor Presidente determine de forma simples e contundente a transformação do atestado de óbito por um simbolismo mais simpático, mais esperançoso, menos autenticativo do pânico da morte.
Transforme o “Atestado de Óbito” pelo novo “Atestado do Renascer”, respeitadas as posições religiosas de cada um.

Sr. Presidente não se preocupe com a simplicidade do ato, lembre-se que Deus está nos detalhes, pois Chaplin disse: “... pois o ideal que sempre nos acalentou renascerá em outros corações.”


Esse é o nosso Conselho Senhor Presidente.




Plinio Sales
Vidigal, 09/06/2004

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