terça-feira, 31 de agosto de 2010

Conselho nº 23

Caro Companheiro e Presidente



O Fato

No Brasil as fontes geradoras de energia elétrica estão muito concentradas na hidroelétrica. São obras em geral majestosas, exigem recursos financeiros de grande vulto, normalmente escassos, e com a dificuldade de serem construídas em locais distantes das zonas de consumo, complementando-se com extensa rede de distribuição. A solução termelétrica e outras alternativas estão longe de atuar com participação relevante.

Enfrentamos ainda, com essas obras, os danos ambientais de toda natureza.



O Conselho

A fonte primária de energia é o Sol. A hidroelétrica, a eólica, a solar, a marinha e outras têm o sol como o regente do processo. No universo são as estrelas que possuem energia própria e, por sua vez, aquecem os planetas, os satélites e outros astros.

Por essa razão, podemos tecnologicamente dar um salto no futuro. Está na hora das empresas produtoras de energia partirem para a produção de energia proveniente do Sol. Utilizando-se da tecnologia dos satélites, agora no acordo Brasil – China, estacionarem no espaço aéreo, estações centrais acumuladoras de energia solar – ECAES.

No céu, sobre o espaço aéreo universal brasileiro, poderiam instalar, pelo menos 5 ECAES, as quais acumulariam energia solar para abastecer todo o Brasil.

A energia captada nas ECAES seria retransmitida por fluxo de feixes de luz, direcionados às estações receptoras estrategicamente localizadas em diversos pontos no Brasil. E desses pontos retransmitidas pelos meios de transporte que já existem.

Esse sistema solar produziria energia mais barata do que todas as fontes existentes hoje. Sem falar no aspecto do ecologicamente correto.

“Penso logo existo”. É uma questão a propor aos nossos sábios e universidades de pesquisas.

“Ora Et Labora”



Esse é o nosso conselho Senhor Presidente.



Plinio Sales

Rio, 09/08/04

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