Caro Companheiro e Presidente
O Fato
No mundo do século XXI e séculos seguintes. Mundo em “Real Time”. Mundo globalizado, da informação, da Internet, ou seja, da telemática. Quem não estiver preparado física e intelectualmente será alijado da mesa de negociação.
É a síndrome de Darwin: seleção da espécie.
O Brasil, através do Itamaraty, possui delegados em todas as embaixadas e consulados brasileiros no exterior, a custo social relevante e benefício social duvidoso.
É preciso medir a eficiência e eficácia dos nossos diplomatas diante da tecnocracia social deste novo e dinâmico mundo.
As Câmaras de Comércio são mais eficientes.
O Conselho
Senhor Presidente é voz uníssona que precisamos reciclar todos os nossos diplomatas. Retirar de circulação quase todos que fazem dos postos a sinecura proselitistica e dandivesca.
O ideal seria radicalizar, chamando de volta todos os diplomatas ao Brasil, encerrando as atividades de todas as representações diplomáticas no exterior.
Haveria uma redução de custos fenomenal. É só pensar um pouco!
Promover uma ampla reforma dos serviços diplomáticos brasileiros. Novo Plano Estratégico, estruturado em outro mapa geopolítico. O mundo mudou e o Itamaraty deve se adiantar às mudanças.
Além das qualidades da formação dos membros do corpo diplomático, todos devem passar por cursos de reciclagem, contratados nas universidades brasileiras, FGV, IBMEC e outras similares, onde um MBA-Master Busines administration é fundamental.
A diplomacia atual é negociação, é comércio e a soberania das trocas tecnológicas. É outro diploma tipo ROBOCOP ou como diz o professor Simon Watrajand: “É orar sob pressão sem gaguejar”.
Esse é o nosso conselho Senhor Presidente.
Rio, 29/06/04
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