Caro Companheiro e Presidente
O Fato
É público e notório estigmatizar as comunidades pobres, principalmente as favelas do Rio de Janeiro. Nessas comunidades vivem e sobrevivem mais de milhões de pessoas de várias matizes sociais. Todos eleitores, cidadãos e sazonais.
E também tem a marginalidade, que sempre é a minoria ousada e estridente. Soma-se a isso a ação despreparada da polícia, então gera o caos social, a violência e a guerra.
O Conselho
Dê um salto no escuro social:
1) Libere total o uso da droga de todas as espécies;
2) Crie condições institucionais para monitorar as conseqüências danosas do seu uso e o acompanhamento pisico-social;
3) Afaste a polícia do combate e do policiamento as atividades marginais dessas comunidades;
4) Instituir programas de geração espontânea de líderes comunitários, com apoio de Bolsas de Estudo, estágios remunerados em todos os órgãos públicos, instituir serviço obrigatório de cidadania (modelo militar – sem armas), reativar a prática o escoteirismo de Baden Powell, acrescentar a prática permanente do esporte;
5) Fazer chegar às comunidades os programas sociais de proteção à velhice, inclusive com terapia ocupacional;
6) Deixar por conta das comunidades o controle dos seus marginais, através de “Sherifs” e milícias comunitárias, “Last But Not The Least”;
7) Desenvolver o vetor educação / emprego de forma integrada social e economicamente.
Com esta fórmula, em menos de 10 (dez) anos teremos novas culturas comunitárias, destampando a tampa desse caldeirão explosivo.
Esse Senhor Presidente é o nosso Conselho.
Rio, 20/04/04
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