Caro Companheiro e Presidente,
O Fato
No século passado, o conceito de medicina preventiva registrou o seu primeiro grande triunfo quando se começou a poder controlar a devastação causada pelas doenças infecciosas de origem bacteriana.
Enquanto as doenças infecciosas eram a principal causa de morte na primeira metade do século 20, a liderança passou, na segunda metade, para as doenças de arteriosclerose, do coração, do cérebro e de outros órgãos vitais.
No Brasil, à medida que a população vai envelhecendo, esse fantasma está cada vez mais pujante, carregando fortemente o orçamento da saúde pública.
O Conselho
Para combater essas conseqüências, os órgãos responsáveis devem retomar o conceito de medicina preventiva a forma eficiente para reduzir ou quase eliminar as doenças infecciosas de origem bacteriana. E o êxito das campanhas periódicas de vacinação, desenvolvidas com eficácia pelo Ministério da Saúde.
Entretanto para se obter uma vitória completa sobre a doença cardiovascular é preciso que toda a população coopere, desenvolvendo estilos de vida capazes de minimizar a progressão química interna que resulta na obstrução das artérias do organismo.
Os três principais fatores de risco de uma doença cardíaca são a pressão sanguínea excessivamente elevada, o hábito defumar e as altas taxas de colesterol no sangue.
Para combater esses fatores de risco de forma preventiva o Ministério da Saúde deve fazer campanhas de motivação, orientando a população para buscar um estilo de vida mais saudável, adotando o exemplo e as técnicas das campanhas de vacinação. Algumas iniciativas já existem, mas é preciso transformar esse procedimento em política de Governo.
O público precisa ser estimulado a se livrar, por conta própria, a ter um futuro livre da doença.
Esse é o nosso Conselho Senhor Presidente,
15/07/04
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