Caro Companheiro e Presidente
O Fato
Nas principais cidades brasileiras, capitais de Estados, a população de rua está aumentando e ocupando as ruas, debaixo das pontes, viadutos, cavernas e outros pontos urbanos. Há um loteamento dos espaços livres, onde cada posseiro assegurando o seu lugar, pela força e também pela intimidação aos forasteiros. Ninguém ocupa que este lugar tem dono. São mendigos, ambulantes, meninos de rua e outros sem teto.
Parece o filme do futuro, mostrando o predomínio dos miseráveis, depois de uma tragédia atômica.
É preciso parar e acabar o processo, mas enquanto a solução não chega há que se tomar providências: combater essa injustiça social, mesmo que de forma paliativa.
O Conselho
Convivendo com essa população de rua, desabrigada e ao relento, existem inúmeros prédios públicos desocupados e sem função social produtiva. Só do INSS são milhares da extinta Rede Ferroviária e outros tantos.
Para enfrentar esse problema, deve-se delegar a ONGS pré-selecionadas a atribuição de vistoriar esses prédios desocupados, identificando aqueles que não ofereçam riscos a moradores e, então, liberá-los para moradia da população de rua.
Desse modo talvez consigamos dar uma melhor condição social a esse povo, sem prejuízo do patrimônio privado.
É um projeto tapa-buraco social.
Esse é o nosso conselho Senhor Presidente.
Rio, 22/06/04
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