Caro Companheiro e Presidente
O Fato
O Brasil por suas qualidades, por sua história, por suas riquezas, por seu patrimônio natural e por sua competência política e diplomática tem que desenhar novo Plano Estratégico para nortear sua ação política na América do Sul.
As influências externas de países Caribenhos, Norte-americano, Asiático ou Europeu nos países da América do Sul irão confinar a política de poder do Brasil às nossas fronteiras.
Precisamos reagir e assumir o nosso papel de Nação poderosa e dominadora da América do Sul, senão viraremos colônia da América.
O Conselho
E preciso formatar um novo modelo de relações do Brasil com outros países da América do Sul.
Antes de qualquer coisa abrir todas as fronteiras físicas e culturais permitindo que os outros países sintam o Brasil como sua Casa Mater.
As universidades brasileiras devem fazer convênios muticulturais com as universidades argentinas, venezuelanas, colombianas e outras de demais países.
No orçamento brasileiro deverão constar verbas para apoiar programas sociais e de intercâmbio culturais, além de investimentos em infra-estrutura com tecnologia brasileira.
Um novo Contrato Social deve ser costurado entre todos os países da América do Sul, assumindo o Brasil a postura de um “Holding” econômica, cultural e política do continente. Criar as raízes do poder, muito além da idéia do Mercosul.
Concentrar 60% da diplomacia brasileira nos países da América do Sul, como prioridade dominante do século XXI.
Teremos a força de um mercado superior a 250 milhões de habitantes.
Se for o caso utilizar as Forças Armadas Brasileiras para enfatizar os interesses da nova política brasileira para a América Hispano-Brasileira.
Em seguida partir para os paises da língua portuguesa.
Esse é o nosso Conselho Senhor Presidente.
Plinio Sales
Rio, 29/06/2004
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