Caro Companheiro e Presidente
O Fato
A Petrobrás é um ícone do nacionalismo brasileiro. Para ser e continuar com essa qualidade deve se modernizar, adaptando-se a evolução dos mercados globais, senão se tornará menor relativamente e poderá vir a ser apenas um buraco negro.
Se for aos preceitos retrógrados de olhares esquerdistas e corporativistas, a sociedade brasileira entrará na camisa de força da limitação energética e perderá o bonde da história.
O Conselho
Para modernizar a Petrobrás dando-lhe amplitude mercadológica e flexibilidade na expansão técnica, sugiro transformar a Petrobrás numa “holding” do sistema energético, inclusive hidroelétrico, incorporando a Eletrobrás.
A partir daí as divisões ou subsidiárias energéticas: hidroelétrica (FURNAS), ecológica, solar, hidrogênio, ondas do mar e outras, todas subordinadas a Holding Petrobrás.
Nas subsidiárias a holding poderia ser minoritária ou majoritária, absorvendo capital nacional ou estrangeiro.
Fazer o mesmo acordo com empreendimentos no exterior.
Nos projetos estratégicos para a defesa da soberania ou da segurança nacional, subscreveria ação “Golden Share”, assegurando o direito de veto nas decisões que contrariam interesses nacionais.
Com esse modelo, alargaríamos a capacidade de produção do sistema aumentaria a oferta de empregos para brasileiros no país e no exterior.
Em menos de 5 (cinco) anos alcançaríamos a auto-suficiência, ampliaríamos a matriz energética, sem prejuízo do monopólio da União.
A Holding Petrobrás teria flexibilidade operacional, transnacional, aumentando sua capacidade de negociar no mercado internacional.
Evitar projetos expansionistas fora do seu “Core-Busines”, esquecendo a retomada do mercado petroquímico que é de segunda geração.
Essa seria a Petrobrás dos nacionalistas progressistas para o bem dos brasileiros.
Esse é o nosso Conselho Senhor Presidente.
Rio, 15/05/04 (09:55)
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