terça-feira, 29 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE N°244

O Fato:
As comunidades que surgem como solução habitacional para pessoas de baixa renda. As quais deveriam ser atendidas por planos habitacionais adequados a essa turma. Os dois fatores que também contribuem fortemente para esse adensamento nas proximidades das cidades, era para se constituir como dormitório de mão-de-obra primária. Na Rocinha e no Vidigal moram 80% da mão-de-obra que atende aos moradores da Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro. Completa-se com a mão de obra terceirizada com chauferes de táxi, mecânicos, vendedores ambulantes e similares. Dessa forma temos duas grandes causas: 1) Habitação de baixa renda e 2) DistÂncia do local de trabalho.

O Conselho:
Senhora Presidente, com a força do poder do seu cargo, outorgada pelo voto do povo em eleições legítimas, determine ao ministério das cidade para remanejar as habitações populares para se localizarem próximas aos pólos de empregos por duas maneiras:
1)   Estimular fontes de emprego nas proximidades das habitações populares, 2)estimular habitações populares próximas da fontes de emprego.
Suplementarmente, dar incentivos de várias formas para que os trabalhadores exerçam suas atividades nos locais onde residem.
Ponha o SEBRAE pra tratar disso. Será o casamento do simples ocupacional com o simples moradia, sem imposto algum e com previdência social paga pela sociedade.
Esse é o nosso conselho hoje, dia 20 de novembro de 2011, em homenagem aos cantores amadores do nordeste com um bonus chamado de Luiz Gonzaga.
Senhora Presidente o povo confia na mãe de todos.

Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº243

O Fato:
Criar uma comissão da verdade e na verdade criar uma vinditta. Como identificar a verdade. Será a verdade divina da natureza ou a verdade dos homens nos diversos tempos da civilização ou será a verdade das religiões fundamentalistas? Será uma custosa perda de tempo. Por exemplo hoje é o Dia da Bandeira Brasileira. Vamos pesquisar quantos brasileiros sabem cantar o hino da sua bandeira. As cores verde, amarela, azul e branco é provável que muitos se lembrem de pintar a bandeira em testes psicosométricos. Mas aó para o entendimento do símbolo da bandeira. Nas escolas já não se hasteiam a bandeira brasileira no início das sessões escolares. Essa é uma verdade que precisa ser reestabelecida: o amor a bandeira, o amor a pátria.

O Conselho:
Senhora Presidente, com o poder que lhe foi outorgado pelo voto popular, reestabeleça a verdade da pátria, venerando seus símbolos, criados através da história, sem revanchismo. Ninguém reescreve a história, discutindo o sexo das verdades. Portanto Senhora Presidente, ensine a esses membros da comissão da verdade que cantem o hino nacional brasileiro, venere sua bandeira e preste o serviço militar, tanto para homens quanto para mulheres. Dinheiro não falta, use a técnica do Arfeu Lage: emita o equivalente a poupança congelada.
Esse é o nosso conselho de hoje, Dia da Bandeira Nacional, em homenagem ao nosso embaixador Afonso Arinos de Mello Franco.

Rio de Janeira, 19 de novembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº242

O Fato:
Esta na mídia mundial a grande movimentação das forças militares unidas à Polícia Federal para conquistar a Rocinha, como se fosse o Monte Castelo da FEB na Itália, com força e gastos bastante superiores às despendidas na tomada do Monte Castelo.
Conversando hoje de madrugada com o Bituca, morador do Vidigal e que cuida de 17 cachorros, 7 gatos e muitos passarinhos e uma mulher maluca, me alertava de que todos estavam sendo entrevistados, muitos heróis apareciam, mas que nunca ajudaram em nada. São os engenheiros de obras feitas. Mas o Bituca acentuava que ninguém perguntava onde estavam os animais desprotegidos da Rocinha: famintos e sem lares. Estavam rondando as lixeiras e os condenados lixões, onde eles se abasteciam, as suas pulgas e os seus carrapatos. Cadê o secretário municipal dos pequenos animais abandonados da Rocinha, com fome na miséria e sem armas ?

O Conselho:
Senhora Presidente, com a força constitucinal lhe outorgada pelo voto do povo, determine a urgente organização do SUS dos animais. Onde houver um SUS para gente, fazer um anexo para o SUS-Animal. No orçamento será apenas 1% para atender uma população maior do que a dos eleitores. É preciso se preocupar com eles preventivamente, porque como exemplo das mulheres, um dia irão dominar a natureza e no acerto de contas vão latir, miar e rugir para nós. O Bituca com os seus parcos recursos se recusa a dar ração aos animais. Ele disse que se ração fosse bom, quem comeria seríamos nós os humanos. Ele da comida bem temperada, seguindo dieta aos seus animais no topo do Vidigal.
Portanto Senhora Presidente, hoje dia 18/11/2011, em homenagem à São Francisco de Assis, determine a organização do SUS animal incluindo todos os que não se incluam no reino vegetal, mineral ou humano.

Plinio Sales

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE N°241

O Fato:
No decurso da administração de incentivos fiscais e empréstimos compulsórios, impostos ou controlados pelo governo. Através do tempo social e econômico, desde o governo Getúlio Vargas até hoje. A transparência é tão clara quanto a cor dos rios de esgoto das comundidades pobres. Muitos investimentos de pequenas poupanças foram transformadas em pó e empréstimos nunca honrados. Os espertos se aproveitam das brechas legais para se apropriarem dos recursos dos pequenos investidores, que não têm nenhum Procom para defendê-los. Vale citar empréstimo compulsório do Bndes, empréstimos compulsórios da Eletrobrás, incentivos fiscais da Sudene, Sudam, Embratur, reflorestamento, pesca, borracha, PIS, Pasep, FAT, os do sistema “S”, Salário educação, auxilio alimentação, auxilio transporte e outras formas de beneficio social. O elenco de desvios é fenomenal.

O Conselho:
Senhora Presidente, com os poderes outorgados pelo povo, aconselhamos determinar a comissão da verdade, tão acalentada pelos esquerdas-desempregados, que abra uma comissão para apurar, a partir do governo vargas, qual foi o destino das poupanças populares, desviadas sob a chancela de invcentivos fiscais ou empréstimos compulsórios de qualquer categoria. Todos os recursos recuperados deveriam ser destinados a um programa de bonus para melhorar a renda dos professores públicos de todas as classes.
Portanto Senhora Presidente, nosso conselho de hoje, dia 17 de novembro de 2011, em homenagem ao diplomata brasileiro, Sérgio Vieira de Mello, falecido no Iraque em missão da ONU.

Plinio Sales


OPINIÃO DO LEITOR DO BLOG

V. Ir.: Sua seleção organizada pela extraordinária memória que lhe assiste considera os compulsórios; a ela gostaria de incluir os não compulsórios como os títulos da Petrobrás emitidos em 1952 por Decreto Presidencial, as debêntures da CVRD emitidos quase na mesma época por igual decreto estimulando a todos que a adquirissem porque desfrutava do aval da União. Pode-se incluir também diversos títulos movidos pelo mesmo modelo emitidos pelos governos Estaduais, como Rio, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia (State of Bahia) lançados inclusive no exterior.
Não sou papeleiro, mas sou tributarista e vencida a horda de papeis falsos, óbice que é removível por uma perícia apurada, quando muitos empresários sonegadores ou não tentam compensar para quitar a escorchante carga fiscal são recepcionados administrativamente ou na justiça parcimoniosa com outro óbices o da prescrição. Na verdade essa resistência é um pretexto para não pagar o que deve. PERGUNTO: que moral pode ter uma estrutura para cobrar algum crédito fiscal se ela mesma não honra seus débitos? Algum corajoso na casa do povo deveria patronear essa causa afastando o óbice jurídico e mantendo a resistência técnica solúvel pela perícia.
TFA:. Lemos

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº240

O Fato:
Em todas as cidades dos países urbanizados existe uma população flutuante que não mora em lugar fixo, são de várias categorias. E existem aqueles que simplesmente não querem morar em lugar nenhum, mas nem por terem essa forma de morar, possam ser considerados vagabundos ou meliantes, ou perigosos a sociedade. Apenas são moradores da natureza. Foi o discurso do Catuca, morador de rua do Vidigal. Ao se defender, numa entrevista a uma jornalista da TV, quando exclamou com muita razão que a natureza foi feita por Deus para os moradores de rua, pondo o céu como teto e o chão como colchão. Perguntava, porque o choque de ordem do Paes o tinha expulsado da sua moradia de rua e queriam levar para um abrigo que ele detestava? Estava certo!

O Conselho:
Senhora Presidente, pela força do seu cargo, outorgada pelo voto do povo, dê instruções as autoridades que tratam das populações de ruas que, em vez de os expulsarem dos seus habitats, promovam ações de atendimento de saúde, educação e de higiene públicas, mediante o atendimento por unidades voltantes. Crie o kit do morador de rua, contendo uma barraca, equipada com colchão e travessiero e outras utilidades que possam confortavelmente protegê-los das intemperies. Esses kits poderiam ser patrocinados pelos grandes bancos, seguradoras, fundações e outros voluntários beneméritos. Os moradores beneficiados carregariam as suas moradias nas costas.
Portanto Senhora Presidente, determine um concurso público para criarem o kit morador de rua, concedendo essa exploração a empresas interessadas na sua promoção.
Senhora Presidente esse é o meu conselho de hoje, 16 de novembro de 2011, em homenagem ao Zé Pelintra protetor dos moradores de rua.

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE N°239

O Fato:
O consumidor de baixa renda rapidamente esgota sua capacidade de compra ao atingir seus limites de créditos. A maioria deles ultrapassa esses limites e acabam se enrolando nos cadastros negativos do SPC e Serasas da vida. Esses órgãos são inconstitucionais. Não é aceitável que organizações privadas restrinjam o direito de ir e vir do cidadão, mesmo que seja por causa da sua inadimplência. Compete ao concedente do crédito, vigiar os beneficiários e a administração desses créditos, considerando que nos preços estão embutidas as margens de risco e de roubo. O consumidor não pode ser duplamente penalizado: pagar taxa de risco contra inadimplência e, depois, a restrição de ser inadimplente, embora já tenha sido pago por isso.

O Conselho:
Senhora Presidente, do alto do seu cargo e pelo poder outorgado pelo voto do povo, propomos que determine uma anistia ampla, geral e irrestrita de todos os consumidores que estão incluídos em listas negras de inadimplentes de divulgação ou consulta que impeçam o seu vir a novos créditos. Com essa providência, vossa excelência recoloca no mercado os excluídos discriminatoriamente por ter falhado na administração do seu credito, embora tenha pago taxa de risco no ato da compra.
Por isso Senhora Presidente, esse é o nosso conselho de hoje, dia da proclamação da república de 2012, em homenagem a Dom Helder Camara um defensor incansável dos oprimidos.

Rio de Janeiro, 15 de novembro de 2011

Plinio Sales

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE N°238

O Fato:
A prática de se fazer o simples é mais difícil do que parece. O instinto humano se dedica a complicar do que simplificar. Quanto mais letrado o indivíduo, se torna mais circunlóquio ele se faz.
As frases simples têm poucas palavras e geralmente são compostas de sujeito, verbo e predicado. O Instituto Berlitz, conhecido laboratório de línguas do mundo, ensina que com apenas 180 palavras inglesas você pode se comunicar em qualquer viagem a países que falem o inglês. E aplicar o simples, se bem que hoje os celulares vão acabar se tornando o Personnal Interprete do seu portador em todas as línguas. A ordem é ser simples, é ser pequeno e eficiente. “Small is beautifull”.

O Conselho:
Senhora Presidente, com o poder constitucional que lhe foi outorgado pelo voto do povo, determine a religião fundamentalista do simples, nada de complicar. Veja a lista abaixo do que devemos fazer para melhorar e simplificar a vida do cidadão:
1.    Extinguir os exames do Enem;
2.    Eliminar a necessidade de registro de qualquer espécie para constituir uma micro empresa – basta publicar na imprensa local as intenções do que pretende fazer, pagando o imposto voluntário;
3.    Liberar a compra e venda de drogas de qualquer espécie, devolvendo ao cidadão seu livre-arbítrio para fazer e deixar de fazer o que bem entender. Ao estado o que deve ser do estado.
4.    Excluir as pessoas jurídicas do pagamento de qualquer tipo de imposto, deixando essa obrigação para as pessoas físicas, dosando as alíquotas para um nível inferior. Obrigando a retenção na fonte de 15% dos lucros obrigatoriamente distribuídos. As pessoas físicas seriam tributadas em no máximo 10% até o limite de renda anual de 240.000,00 reais. Acima disso 20%.
5.    Criar o fundo do patrimônio do povo brasileiro, incorporando todo o patrimônio das riquezas do país, distribuindo cotas individuais de 12 milhões de dólares para cada brasileiro dos 200 milhões que existem. Tira todos da pobreza, dando-lhes nova categoria de capitalista brasileiro.
6.    Reformar a democracia brasileira, dando ao cidadão o seu poder de voto, participando de assembléias gerais para as grandes decisões, eliminando o congresso de milhões de pessoas do custo social.
7.    Libertar todos os presos, atribuindo as famílias e as famílias substitutas, a obrigação de ressocializar os condenados pela justiça, mediante uma contribuição pecuniária equivalente a 50% do custo que o preso e ônus ao estado.
Outras simplicidades poderiam ser arroladas, mas se apenas uma dessas for implementada o povo vai agradecer imensamente.
Portanto Senhora Presidente, determine por todos os meios e modos o emprego constante da simplicidade em todos os atos públicos.
Este é o nosso conselho de hoje, dia 14 de novembro de 2011.
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE N°237

O Fato:
Nos IDOS do século XVIII e XIX com a colonização portuguesa no Brasil, os nossos patrícios, vindos da santa terrinha, onde o mar salgado eram sofridas lágrimas de Portugal, construíam suas casas com uma pequena chácara na frente da casa, onde plantavam legumes e verduras. Havia ruas cheias de casas com essas chácaras, onde os vizinhos utilizavam para seu próprio uso, permuta entre vizinhos e pequenas vendas para quitandas do bairro. Millor Fernandes, relatando sua visita à China, ficou impressionado com as mesmas culturas nos telhados das casas, quando não tinham quintal. Uma unidade só pode não ser nada, mas centenas de micros-chacareiros produziam o abastecimento do bairro.

O Conselho:
Senhora Presidente, com o poder que lhe foi outorgado pelo voto popular, determine que todos os financiamentos de casas populares feitos pela CEF ou pelo ministério das cidades, estimulem unidades que ofereçam espaços para chácaras, no chão ou no telhado, de forma que retorne os hábitos dos nossos patrícios para micro produção de frutas, legumes e verduras em cada unidade habitacional. Ao mesmo tempo acrescente os apliques para obter energia solar, energia eólica, estações de tratamento de água e vasos sanitários centrifugadores buscando o lixo residencial zero, subordinados a centrais condominiais de telefone e internet.
Senhora Presidente, são medidas simples, mas de grande alcance.
Portanto o nosso conselho de hoje – 13 de novembro de 2011 – dia em que o Rodrigo Rocha prega a paz entre as religiões num processo ecumênico.

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE N°236

O Fato:
A mente de cada ser humano está sujeita a uma variedade de influências na sua trajetória pela vida. No princípio e a base familiar: má ou boa. A comunidade onde vive. Seus pais e professores, os amigos e a religião. As más companhias: diga-me com quem andas que direi quem és! Hoje uma grande participação como causa ou como diz a sambista, a causa de raiz.
Nesse campo, encontramos as drogas como tábua de salvação das dificuldades e dos fracassos, e a ilusão de dar forças contra as adversidades. Há pessoas que para participar de uma entrevista de vendas da uma cheirada no seu cachimbo. Prostitutas que para sair-se bem com o freguês bebe uma talagada de uma bebida alcoólica. Tudo isso se aprende nas pastorais da madrugada, ocasião em que se houveram verdades produzidas por estados etílicos e de drogas. O Catuca, morador de rua do Vidigal, contestado por um choque de ordem do Eduardo Paes, declarou nos microfones da Record que ele tinha pleno direito de morar na rua e cheirar o que quiser, porque tudo isso era da natureza e a natureza perecia aos pobres de Deus. O Catuca de certo modo tem razão.

O Conselho:
Senhora Presidente, com o poder do seu cargo, outorgado pelo voto do povo, incentive oficialmente campanhas fortes e permanentes de esclarecimento dos malefícios dos vícios: drogas, álcool, fumo, preguiça e outras formas, mostrando os atores que estão envolvidos por esses males. Mostre o presidente com câncer na traquéia, por causa do fumo, e poderá interromper sua carreira política.
Estimule as ONGs, as igrejas, a maçonaria e outras entidades filantrópicas para manter clínicas especializadas no tratamento dessas pessoas antes que transformem em trapos humanos.
Haverá alguém com extrema capacidade de vir a planície para tratar desse estigma social, longe dos gabinetes dos ministérios e das luzes das TVs.
Fale com o senador Francisco Dornelles com poderes extraordinários para montar o sistema para combater e solucionar o problema.
Portanto Senhora Presidente, nosso conselho de hoje é convocar o senador Dornelles para implantar um programa de ação para conscientizar que qualquer droga faz mal e mata, e abrir clínicas de tratamento em cada farmácia do Brasil.
Esse conselho de hoje, dia 12/11/2011, em homenagem aos jovens Diego e Michel.

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº235

O Fato:
Ainda vai durar muito tempo o debate da divisão dos royalties do petróleo, seja do pré-sal ou de outro sal. Será difícil encontrar uma fórmula de equilíbrio, depois da porta arrombada. Os interesses políticos diferem do direito natural, porque as óticas são diferentes e dificilmente harmônicas.
Só Salomão foi justiceiro ao colocar sob decisão das mães quem deveria ficar com o pretenso filho, propondo mutilar a criança já que na havia consenso. A mãe verdadeira recusou defender o direito ao filho para não vê-lo mutilado, em função disso Salomão conheceu a mãe verdadeira e decidiu certo. É a regra Salomônica de decisão.
No caso dos royalties do petróleo essa fórmula é inaplicável, são 23 estados, a União, a Petrobrás, os nacionalistas, os órgãos de classes e outros interesses difusos.

O Conselho:
Senhora Presidente do alto do poder do seu cargo, outorgado pelo povo com o voto democrático, determine por meio legal apropriado a constituição do fundo patrimonial do povo brasileiro – FPPB – para se tornar o grande instrumento de igualdade social.
O fundo incorporaria todo o patrimônio físico natural do território brasileiro, abrangendo os bens da terra, do ar e do mar. O IBEF já fez essa avaliação patrimonial e resultou em 12 milhões de dólares para cada brasileiro. Então todo o patrimônio brasileiro incorporado ao FPPB, resultaria em cotas individuais conversíveis no valor de 12 milhões de dólares para cada um.
Desse modo todo o brasileiro acrescentaria na sua DIR o valor de 12 milhões de dólares como sua cota patrimonial social. Com sua cota ele poderia fazer o que quiser: usar como garantia, vender no mercado, custodiar num banco para garantia previdenciária do futuro. Construir seu negócio e outras formas de liberdade capitalista, mandando Marx à merda. Só não permita que esse fundo seja administrado pelo governo, faça uma licitação privada ou entregue ao Rodrigo Rocha e ao Armínio Fraga.
Senhora Presidente a questão não está no Royalti do petróleo, está em como dividir o patrimônio brasileiro para o povo, como unidade da nação e único proprietário legítimo.
Os resultados da exploração de qualquer item desse patrimônio, inclusive o pré-sal, o recurso mineral, os recursos marítimos e outros, deveriam ser creditados no FPPB e é só. Nada de estados ou municípios, ou de políticos: é do povo!
Portanto Senhora Presidente seja maior, não se apequene. Mude o foco para o interesse do povo que a elegeu. Nada de passeatas, mande constituir o fundo patrimonial do povo brasileiro e faça a maior distribuição de patrimônio já feita na história do país. Seja a grande heroína no sentido bíblico da palavra.

Esse é o nosso conselho de hoje.

Rio de Janeiro, 12 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº234

O Fato:
O Brasil teria muita mais produtividade comercial e diplomática se concentrasse todos os seus diplomatas do Itamaraty na América Latina, atuando comercialmente, culturalmente e politicamente, esquecesse os demais países do mundo. O mercado latino americano está a atingir 500 milhões de habitantes, incluindo o México.
É maior que a Europa e o EUA. Se 50% dessa população tiver um poder aquisitivo maior que a renda per capita do Brasil, estaríamos diante de um forte mercado comum latino americano. Merece um esforço chinês nessa direção, pois cada dólar investido na exploração de mercado trará imensos dividendos políticos para o Brasil.

O Conselho:
Senhora Presidente, com a faculdade do seu poder outorgado pelo poder do voto do povo, determine o alargamento do mercado latino americano para transações de compra e venda de bens, serviços e de capitais, abrangendo todos os países da América Latina, sem distinção de credo, cor ou língua.
Como uma medida de grande alcance e controvertidas reações na OMC, podemos criar o bônus conversível em créditos financeiros ao país parceiro – BCCFPP – que funcionaria da seguinte forma:
1)Sobre o valor das importações do Brasil, feita por importadores do país latino americano, seriam emitidos pelo Tesouro Nacional créditos em conta garantida relativos a 20% do valor das importações cujo resultado seria creditado numa conta conversível em dólar para uso nas transações com comércio exterior com qualquer país latino americano. O crédito seria para uso do país.
2) Os importadores brasileiros de produtos dos países latino americano, ficariam isentos de impostos de importações e de IPI e encargos adicionais federais.
3)   Os bônus emitidos pelo Tesouro Nacional seriam custeados por um adicional ao IOF sobre capitais ingressos no país e outro adicional do imposto de renda sobre remessas financeiras, excedente a um certo limite a ser fixado pela receita federal.
Essas fontes se balanceariam, tornando seu efeito financeiro igual à zero. Contra os ganhos derivados do comércio exterior com as nações parceiras.
Senhora Presidente esse é o nosso conselho de hoje.

Rio de Janeiro, 10 de novembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº233

O Fato:
Grouxo Marx ensinava que o clube que o aceitasse como sócio não merecia que ele o freqüentasse. O nosso grupo pronto para ingressar na campanha de apoio ao fechamento das fábricas de armas, transferindo os recursos nelas empregados para eliminar a fome, a miséria, está aumentando cada vez mais:
1)Bill Gates, 2)Bill Clinton, 3)Antonio Guimarães, 4)FHC, 5)Zilda Arns (in memorian), 6)Sérgio Machado, 7)Carlos Alberto Santos, 8)Tito de Oliveira, 9)Plinio Sales, 10)Rodrigo Rocha, 11)Edmundo Santos Silva, 12) Eurico Furtado, 13) Larry Penn, 14) Augusto Medeiros, 15) Jaisler Jabour, 16)Maria Eliza, 17)Dom Antonio Ermirio de Moraes e muitos outros, inclusive o Obama brasileiro.

O Conselho:
Senhora Presidente, no alto do seu poder de mandar, conforme ação do povo em voto popular, aconselhamos aceitar o seu ingresso na campanha para fechar as fábricas de armas do mundo inteiro, transferindo os recursos nelas empregados para eliminar a fome, a miséria e as armas. Arregimentar outras grandes figuras para essa campanha, única capaz de chegar a paz sem armas. Várias figuras importantes já aderiram. A maçonaria está decidindo se assume a liderança do movimento.
Acrescento ainda um pedido de doação de 10 milhões de dólares para o ISBM dar início a partida dos seus trabalhos.
Senhora Presidente esse é o novo conselho que fazemos.

Rio de Janeiro, 09 de novembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº232

O Fato:
Numa desenfreada reforma administrativa, usando a tática de Maquiavel, aperta-se demais certas soluções e depois se esquece de afrouxar até o ponto certo. Uma das grandes medidas administrativas do governo civil do Marechal Castelo Branco foi criar o Banco Nacional da Habitação, que prestou reconhecidos serviços a sociedade para tender o preceito constitucional de garantir habitação a todos os brasileiros.
Funcionavam bem e se tinha um órgão para responsabilizar. Foi destruído por engano, transferindo os serviços que prestava muito bem para a Caixa Econômica Federal, que os presta muito mal. Foi um indefensável engano.

O Conselho:
Senhora Presidente com a força da sua autoridade, outorgada pela eleição do povo brasileiro, determine a refundação do Banco Nacional de Habitação restaurando todos os serviços de atendimento do preceito constitucional de fornecer habitação digna e barata ao povo, justificando o esforço tributário que ele faz com a sua espremida renda.
Senhora Presidente esse é o nosso conselho de hoje.

Rio de Janeiro, 08 de novembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº231

O Fato:
Está ocorrendo um movimento político do chefe único do PT para fazer o prefeito de são Paulo contra o condomínio do PSDB ou melhor da maioria paulista satisfeita com a administração da sua casa pelos esclarecidos políticos desse partido. Nada contra o PT que já não é mais o PL. Mas o que assusta é premiar o “furo do Enem” que além de fracassado esta fora de moda nos dias das mídias modernas. É preciso botar na cabeça dos políticos que o que funciona está obsoleto. Os exames do Enem, nem Charles Darwin apoiaria, pois contraria as leis da seleção das espécies.
O normal, nesse caso, é ser normal. Passam, sem vestibular, os estudantes que tiveram média superior a 7 no decurso dos cursos anteriores até a oitava série. O problema de vagas é do governo que representa a sociedade. Se o ministério da educação não pode oferecer a quantidade necessária de vagas, fechem esse ministério, pois não cumpre o direito constitucional.

O Conselho:
Senhora Presidente, com a força dos poderes outorgados pelo voto do povo, aconselhe ao chefe de não interferir nesse processo. Vai ser vaiado, porque o candidato dele é bonito, elegante, mas é mais pesado do que um ramo de postes. O candidato adverso poderá lançar um slogan – E nem... nada! Vamos ao choque de progresso. Senhora Presidente, neste caso não cabe decreto. Cabe renovação de idéias. Podem consultar o senador Christovam Buarque, o Paulo, o Serra e outros que estudam o assunto.
Senhora Presidente aconselhe ao seu presidente para não errar.
Esse é o conselho de hoje.

Rio de Janeiro, 07 de novembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE N°230

O Fato:
O ocupante de um cargo público, com poderes outorgados pelo povo em eleição popular, e ocupante do cargo – está ministro e demissível “ad nutum”. O povo é o seu patrão de direito e de fato. Por isso, em nenhum tribunal deve falar na primeira pessoa como autor da ação: eu faço, eu posso, eu quero, eu mandarei e assim por diante. O EU não é nada. O EU está provisório e pode rapidinho sair daquele lugar.

O Conselho:
Senhora Presidente, sempre que se pronunciar publicamente, principalmente em fóruns no exterior, não fale eu não quero, porque soa mal. Soa como se fosse o Fidel Castro, o Kadafi e outros bons ditadores. No caso fale o Brasil poderá vetar; o Brasil concordará, faremos um plebiscito no Brasil e assim por diante. Se der esse exemplo, alguns filhotes de ditadores farão a mesma coisa. Será mais diplomático, mesmo que não haja ninguém na platéia para nos ouvir e ver.
Senhora Presidente, esse é o nosso conselho de hoje, dia 06 de novembro de 2011, dia do aniversário da minha filha Isadora.

Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE N°229

O Fato:
O mundo inteiro é importador e consumidor de drogas de todos os tipos: álcool, fumo, maconha, cocaína, crack e outras ainda não divulgadas. O mal não está nas drogas, como dizia Freud o mal está em nós mesmos. Na nossa mente na nossa falta de religião ou no excesso de esperanças frustradas e até mesmo na ausência de vida. Não existe defesa contra tudo isso: é melhor ceder.
Por outro lado, o falso combate a bem de uma moral inautêntica, só produz guerra, suborno, injustiça e desequilíbrio familiar e social. Se acabar com o consumo americano europeu, ou da Zona Sul, haverá luz brilhando no fim do túnel. O desperdício social será sempre superior ao benefício social, o trabalho certo é introduzir um chip na mente dos drogados, viciados, consumidores, autoridades e similares, para que eles pensem que o mal está neles mesmo, não está nas estrelas que brilham.

O Conselho:
Senhora Presidente crie condições legais, com o seu poder outorgado pelo povo, para mandar liberar totalmente o uso, a compra e venda de qualquer tipo de droga, consentindo na exportação legal.
O Brasil está sem armas contra o resto do mundo, porque temos que pagar o custo de uma guerra que não é nossa? Se esse mercado for organizado, com ampla assistência médica, deixando por conta de cada um o seu livre arbítrio reduziremos drasticamente o movimento das drogas, inclusive do álcool e cigarros declarados e reconhecidos amigos do câncer.
Portanto Senhora Presidente, declare independência total as drogas ou morte aos repressores.
Esse é o nosso conselho de hoje.

Rio de Janeiro, 06 de outubro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº228

O Fato:
Em todas as cidades do Brasil encontramos prédios ou outro tipo de edificação de propriedade pública, sem uso ou abandonados há mais de 10 anos, deteriorando-se e enfeiando os espaços públicos.
Por outro lado, existem necessidades prementes de espaço para residências, colégio e hospitais.

O Conselho:
Senhora Presidente, com a força do poder outorgado pelo voto do povo, aconselho a baixar uma medida provisória popular, declarando que os imóveis de propriedade do poder público, declarados por ação popular, sem uso e abandonados, há mais de 10 anos, seja automaticamente considerados de domínio público, podendo ordenadamente autorizado pode autoridade municipal a serem ocupados por moradias populares, estabelecimentos de ensino ou hospitais, a partir da publicação oficial da medida provisória.
Portanto Senhora Presidente determine a ocupação dos espaços públicos desocupados e abandonados.
Esse é o nosso conselho.

Rio de Janeiro, 05 de novembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº227

O Fato:
O discurso do socialismo está em todos os canais, até no livro “minha luta” de Karl Marx, de prestigiosa memória, mas se aplicarmos os ensinamentos do Caetano Velloso: Ninguém é normal visto de perto, vai ver que o velho e raivoso KM não era nada do que ele pregava, apenas precisava ganhar dinheiro para sobreviver, por isso escreveu o livro que não deu em nada.
É fácil pregar a divisão do que não se tem. Até pra conseguir doação de objetos inservíveis que não são usados há mais de um ano é um terrível sacrifício. Quanto mais dividir a terra para os sem terra e outras avenças.
Na constituição está pregado que o povo tem como direito fundamental a saúde e outras utilidades. Mas na constituição não se define o que é povo. Em determinados casos, povo são os dirigentes que operam os recursos públicos originados pelo esforço suado do povo.
Dou como exemplo o grande show de televisão que cobre o tratamento médico do ex-presidente do Brasil em unidade hospitalar do primeiro mundo do andar de cima e a parafernália da periferia: helicópteros, aerolulas e outras avenças.

O Conselho:
Senhora Presidente determine a privatização da saúde pública em todas as suas esferas. Ponha o seu nome na história da revolução brasileira. Planeje 25% do orçamento público para aplicar na saúde. Faça tantas PPP quantas necessárias para dar cobertura ao território nacional, inscrevendo empresas nacionais e estrangeiras, para prestar saúde pública a todos os brasileiros. Acabar com a saúde privada no Brasil. Se o ex-presidente quiser se tratar fora do sistema vá para a clínica Mayo no Estados Unidos e pague lá o seu seguro internacional de saúde da Blue Cross. Uma boa gestão com 25% do orçamento poderá até exportar serviços de saúde da mais alta categoria. O pobre canceroso deverá ter tratamento socialista como prévia do Karl Max e o Jota-Alves.
Por isso, Senhora Presidente o meu conselho de hoje é que, com os poderes outorgados pelo povo, determine que o sistema de saúde brasileiro seja privatizado, fazendo um grande leilão para vender o SUS por alguns bilhões de dólares, em licitação internacional.
Como diz o Pedro Capp, só precisa de vontade política.
Esse é o nosso conselho de hoje, dia 03 de novembro de 2011, após os mortos da saúde.

Plinio Sales

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE N°226

O Fato:
Todos nós aprendemos que devemos dar bons exemplos e produzir frutos de equilíbrio, igualdade e respeito aos nossos semelhantes. A mesma coisa devem proceder os políticos, os juízes e as autoridades públicas.
O povo é o grande patrocinador de todas as ações ordinárias e sociais: seus impostos e taxas estão no orçamento. A demonstração faltosa de autoridades utilizando-se de hospitais de categoria internacional de alto custo, nem coberto por planos de saúde.
Por outro lado se compara com a qualidade dos serviços médicos do SUS. Atendendo mal e porcamente o povo em filas de mau atendimento e a profunda escassez de médicos mal remunerados.
Porque tratamentos tão dispares se ambos são pagos pelo povo. Mesmo se fossem 0800 restaria a necessidade de dar exemplos dignos do PT.

O Conselho:
Sra. Presidente, com o poder da autoridade do seu cargo, outorgado pelo voto do povo, determine em suas normas de comportamento que nenhum funcionário público até o mais alto cargo, que vive da remuneração do povo, só poderá receber atendimento médico similar ao que o povo recebe no SUS, mesmo que a família possa pagar.
É uma questão de exemplo e de igualdade social.
Portanto Senhora Presidente determine a igualdade social no uso do dinheiro do povo.
Esse é o nosso conselho de hoje, dia dos mortos.

Rio de Janeiro, 02 de novembro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº225

O Fato:
É natural que em todo o governo de qualquer coisa, em qualquer país ou em qualquer organização se apresentem defeitos de origem, aparecendo furos, goteiras, corrupção, ineficiência, o famoso Murphy e outras avenças. Num processo de saneamente e reforma da organização sujeita aos danos desses vírus ou bactérias, surge a oportunidade de medidas radicais para eliminá-los e tornar o organismo defeso de outros males iguais ou de mesma origem. E simplesmente atacar de forma radical a origem do problema, ou seja entrar no seu DNA e torcê-lo e rearrumá-lo antes que produza efeitos multiplicadores.
O Conselho:
Senhora Presidente, use os seus poderes outorgados pelo povo numa eleição, e determine o fechamento ou a liquidação total do órgão que acobertou uma falcatrua. Elimine de pleno a possibilidade de se repetir o fenômeno na mesma gestão, pelos dirigentes do mesmo partido ou por outros novos gestores. O mal é crônico, jamais será eliminado com discursos, promessas, algodão com álcool ou band-aid. Ataque o DNA: elimine totalmente o centro gerador do problema.  Feche o ministério e transfira suas funções par outro ainda não contaminado. Assim mata dois coelhos com uma cajadada: Elimina a causa e faz a reforma ministerial. É demais ter 36 ministérios. Para que? Para nada!
Esse é meu conselho de hoje.

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE N°224

O Fato:
Os analistas de políticas de governo, principalmente os da área de desenvolvimento econômico, cujo líder é a Miriam Leitão, já identificaram um certo desentrosamento nas políticas do governo brasileiro. Parece haver línguas e tons diferentes nas mensagens entre eles.
Em economia deve existir a famosa harmonia de que tanto fala o Carlos Alberto Santos: harmonizar para melhorar a qualidade do concerto.
O Banco Central atua com certo Gap – (muita gente acouponada pra nada), fora do ritmo da fazenda que por sua vez, fala diferente da do desenvolvimento econômico e, por causa disso, o Mantega está cada vez mais prático no sorriso amarelo.
O alvo da meta deve ser o desenvolvimento econômico e o progresso do país, em primeiro plano, o resto é secundário. O povo é o fim maior, esqueçamos as vaidades dos econocratas de TV.

O Conselho:
Senhora Presidente com a força do seu mandato, outorgado pelo povo, determine uma arrumação nos órgãos que tratam de economia, desenvolvimento e política fiscal. Determine a criação do ministério da economia, subordinando a ele as secretarias de finanças, moedas, política fiscal e tributária, secretaria da fazenda, secretaria do desenvolvimento econômico e o BNDES. Todos integrados e sob uma única direção.
Primeiro acabar com egos de tantos ministros desqualificados, segundo organizar os métodos e as ações.
E para coroar essas medidas, nomeie como ministro da economia o brilhante Paulo Rabello de Castro, Presidente do Instituto Atlântico.
Senhora Presidente esse é o nosso conselho de hoje.

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2011
Plinio Sales

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº223

O Fato:
Quem é do meio sabe que os ensaios e concursos para compor sambas-enredos estão fervendo nas comunidades do Brasil inteiro. Conversei, com o Pacheco, poeta do Vidigal, durante minha pastoral da madrugada no Sindicato do Vidigal.
O Pacheco é o exemplo de milhares de poetas populares, de cujo meio saiu o Cartola, o Elton Medeiros, o Pixinguinha, o Paulinho da viola e tantos outros famosos que engrandecem a música popular brasileira. A contaminação da língua portuguesa nas comunidades lusófonas do mundo inteiro, deve sua grande influencia aos compositores brasileiros, cujo grande é o Martinho da Villa. Em Angola, na Guiné, Moçambique, quase todos cantam músicas brasileiras e tentam jogar futebol.
Leia e dê nota ao seguindo trecho de um samba enredo em concurso, com inúmeros outros:
“Voa minha águia pro infinito
Vá mostrar ao mundo um mito,
Da cultura popular.
Sua história vem quebrando as barreiras
Da mulher precoce, verdadeira e atemporal,
Pastora da verde e branco com a sua marcha genial.”

Essa é a primeira estrofe do samba-enredo do Carnaval de 2013 do GRBC Acadêmicos do Vidigal, homenageando a Elza Soares. O grupo de compositores compreende:
·        Beto da igreja
·        Eduardo
·        Mauro
Participação especial – Mocotó de frango e Gaguinho
·        Intérprete – João da Figueira
Só nessa tacada temos 7 pessoas trabalhando e torcendo pro seu samba ganhar.
Multiplique-se os 7 por milhares de outros grupos tentando a mesa coisa: levar alegria aos 180 milhões de brasileiros.
São verdadeiros heróis do lazer e movimentam a economia do país, sem falar na exportação da arte musical brasileira.

O Conselho:
Sra. Presidente com o seu poder, outorgado pelo povo brasileiro, determine que 10% dos decretos e Portarias do governo sejam dirigidos no formado de samba-enredo. Contrate uma equipe de 70 compositores para ajudar neste mister.
Por exemplo:
O povo será o patrão,
Dessa ordem de pagar
Seu imposto no verão.
Se faltar, o bicho vai pegar!
É simples, é simples...
Vamos brasileiros ao país ajudar.

E, ao mesmo tempo, escolha um dia do ano para homenagear o compositor popular em duas categorias:
1.    De todos os tempos, e
2.    De hoje para amanhã.
Portanto, Senhora Presidente determine a mudança de redação nos documentos oficiais e crie o Dia do Compositor Popular, com o Prêmio Noel Rosa.
Esse é o Nosso Conselho de hoje Senhora Presidente.

Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2011
Plinio Sales