O Fato:
Nos IDOS do século XVIII e XIX com a colonização portuguesa no Brasil, os nossos patrícios, vindos da santa terrinha, onde o mar salgado eram sofridas lágrimas de Portugal, construíam suas casas com uma pequena chácara na frente da casa, onde plantavam legumes e verduras. Havia ruas cheias de casas com essas chácaras, onde os vizinhos utilizavam para seu próprio uso, permuta entre vizinhos e pequenas vendas para quitandas do bairro. Millor Fernandes, relatando sua visita à China, ficou impressionado com as mesmas culturas nos telhados das casas, quando não tinham quintal. Uma unidade só pode não ser nada, mas centenas de micros-chacareiros produziam o abastecimento do bairro.
O Conselho:
Senhora Presidente, com o poder que lhe foi outorgado pelo voto popular, determine que todos os financiamentos de casas populares feitos pela CEF ou pelo ministério das cidades, estimulem unidades que ofereçam espaços para chácaras, no chão ou no telhado, de forma que retorne os hábitos dos nossos patrícios para micro produção de frutas, legumes e verduras em cada unidade habitacional. Ao mesmo tempo acrescente os apliques para obter energia solar, energia eólica, estações de tratamento de água e vasos sanitários centrifugadores buscando o lixo residencial zero, subordinados a centrais condominiais de telefone e internet.
Senhora Presidente, são medidas simples, mas de grande alcance.
Portanto o nosso conselho de hoje – 13 de novembro de 2011 – dia em que o Rodrigo Rocha prega a paz entre as religiões num processo ecumênico.
Plinio Sales
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