O Fato:
Somos hoje aproximadamente 180 milhões de brasileiros, podendo chegar a 200 no próximo século. Relativamente a 8 bilhões, representamos pouco mais de 2%, ou seja pouco expressivo.
Até agora não temos um Nobel na história. Apresentamos poucas patentes mundiais. E as poucas possíveis são contestadas no fórum mundial. O próprio Santos Drummond só é pai da viação pra nós. Na verdade somos pequenos e sofremos as conseqüências das pressões mundiais. Seja no meio ambiente, seja do cambio, seja dos novos medicamentos para a melhoria da saúde do povo.
O Conselho:
A desvantagem relativa do Brasil em relação ao mundo, tem que se aproveitar da lei de David, em luta com o Golias.
Senhora Presidente só devemos comparecer em reuniões, com tudo previamente acordado, como fazem os políticos mineiros.
Só defender teses inovativas, revolucionárias que interessem a humanidade. Falar de corrupção ou de transparência, defender os palestinos, foge da nossa competência, nada acrescenta ao nosso perfil. As teses que o Brasil tem que defender são:
1. Prestar assistência pró-ativa aos brasileiros que moram no exterior. As embaixadas e consulados são cabide de empregos das elites e dos políticos.
2. Liderar a Campanha de Combate às fábricas de armas do mundo Inteiro, transferindo os recursos para acabar com a fome e a miséria do mundo inteiro.
3. Criar o Fundo Patrimonial da Humanidade – FPH – incorporando todos os bens terrestres, aéreos e marítimos, excedentes aos patrimônios dos países, constituindo o grande fundo, distribuindo cotas de participação a cada um dos 8 bilhões que formam a humanidade.
Esse FPH seria administrado pela ONU e gerenciado pelo Banco Mundial.
Senhora Presidente essas são teses revolucionárias que um país pequeno pode defender se sobressaindo das mesmices do Itamaraty.
Esse é o nosso conselho Sra. Presidente: defender no palco do Mundo teses revolucionárias.
Rio de Janeiro, 09 de outubro de 2011
Plinio Sales
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