O Fato:
A burocracia que hoje faz parte da vida diária do cidadão, atravanca o andamento da sociedade com melhor rapidez.
Por exemplo o sistema simples e o microcrédito, ambos deveriam ser mais flexíveis, mais abertos, mais democráticos.
Pra quê ter pré-condições para pegar crédito de R$500,00 para comprar uma ferramenta ou limpar o nome do Serasa.
Os mais humildes que moram num barracão lá no morro, ficam intimidados com a suntuosidade e arsenal de segurança dos bancos, da CEF e do Banco do Brasil. Parece que todos são assaltantes e marginais. Se gasta tanto com segurança à toa.
O Fato:
Sra. Presidente, precisa humanizar as instalações da CEF e no Banco do Brasil. Aluguem pequenas residências nas comunidades das periferias e destine fundos micro-créditos, sob a direção de um líder local e democratize créditos de até R$1000,00, com única garantia que é o aval da esposa, da mãe, da irmã ou de outro parente. É o crédito raiz.
Com relação ao simples, determinar que basta a carteira de identidade, o título de eleitor ou a certidão de alistamento militar e residência local para ter acesso ao crédito popular.
A experiência mundial demonstra que a inadimplência nesse grupo social é quase zero. Só não é zero, por causa de acidentes que provocam a morte ou a invalidez do usuário do crédito. Esse risco se resolve por um seguro bem baratinho.
Portanto Senhora Presidente, determine aos órgãos oficiais de crédito e os Correios que instalem puxadinhos do micro-crédito popular, com um fundo de caixa de R$ 250.000,00 pode atender a uma grande coletividade.
Será o famoso crédito do Zé Pilintra.
Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2011
Plinio Sales