terça-feira, 13 de setembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº143

O Fato:
Para enfrentar um funeral de um ente querido, nos deparamos com várias providências, do mesmo modo como e fosse um batizado, um casamento ou uma boda. No caso do funeral, dependendo das circunstancias da morte, podem motivar inúmeras providências. Uma delas será necessário em qualquer caso, o atestado de óbito que será exigido para poder enterrar o “de cujus”. No decorrer da vida, obtemos vários documentos que devemos ter obrigatoriamente:
1.   Certidão de Nascimento
2.   Atestado de Vacinas
3.   Certidão de Conclusão dos Cursos Primário e Secundários
4.   Certificado de Conclusão do Serviço Militar
5.   Certidão de Casamento
6.   Certificado de Cursos Superiores
7.   Carteira de Identidade e CPF
8.   E final o Atestado de óbito
E assim encerra a vida material.
As dificuldades diferem para cada classe social. As melhores, possuem até Personal Funeral, que cuida de tudo e ainda paga a conta. Os menos afortunados sofrem demais para cumprir todas as formalidades, desde o atestado, o caixão, a solenidade do funeral, o cemitério, as despesas do enterro, para no final ouvir: “o enterro tava maneiro”. Há aqueles, que por falta de recursos, abandona o seu cadáver, sob o rótulo de indigente, todo tem o mesmo valor depois de morto: não valem nada!
Mas o trauma do custo do funeral é aterrador aos pobres do salário mínimo.

O Conselho:
Sra. Presidente, parodiando o Chico, podemos dizer que: “Nascer, viver é preciso; morrer não é preciso...” E na ocasião da morte do seu parente, o pobre precisa de ajuda.
A adoção de remédios em profusão, alonga a vida das pessoas, passando da idade média de 45 a 50 anos, para 75 a 95 anos, acompanhado da assistência familiar.
Sra. Presidente, aconselho a mitigar as dores deste evento: a morte de um ente querido. “criando a Bolsa Funeral, pago na boca do cofre, longe das burocracias do INSS, que ao receber será outra morte.
Com essa Bolsa-enterro, muitos pobres vão enterrar os mais pobres com alegria.

Rio de Janeiro, 09 de agosto de 2011
Plinio Sales

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