O Fato:
É lugar comum no meio dos garimpeiros que em qualquer lugar do Brasil, no dizer de Caminha se procurar ouro encontra.
Nesta época de distúrbios das moedas papel, nesta grande fogueira da valorização e desvalorização que se vê no mercado global, desmontando o conceito da fé na moeda.
O lastro das moedas é a fé de ela ter qualidades de facilitar as transações, meio de troca e reserva de valor. O lastro está enfraquecendo. O fim disto pode não ser nada, mas tem muita gente falando besteira.
O Conselho:
Sra. Presidente, restabeleça a grande motivação dos bandeirantes à procura de jazidas de ouro. Estabeleça um grande programa de incentivos a produção do ouro para o Brasil. A maior parte da produção mineral do ouro, principalmente pelos garimpeiros, são transferidos para fora do país, por contrabando sem passar pelos cofres do Tesouro Nacional.
A primeira providência é zerar o imposto sobre a comercialização do ouro; a segunda é nomear em todos os rincões do país a figura do delegado oficial comprador de ouro ao preço oficial do mercado mundial, eliminando o intermediário de predador do meio ambiente e contrabandista.
O sistema atual da CEF, como monopólio na compra de ouro, é totalmente ineficiente. Precisa democratizar a compra e na ponta final fazer atuar o Banco Central.
Podemos garantir que em pouco tempo as reservas de ouro monetário do Brasil serão com a da China.
Se prepare para o retorno à reserva ouro.
Esse é o nosso Conselho Sra. Presidente.
Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2011
Plinio Sales
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