quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº182

O Fato:
O líder é eleito como tal por suas ações de liderança. O líder não se faz nas escolas, é da sua natureza, está no DNA. Com relação a países é a mesma força motivadora. O país é o reflexo dos seus líderes, das bandeiras que carrega. O Brasil já inscreveu muitos líderes mundiais na sua história. Lembro Oswaldo Aranha, Rui Barbosa, barão do Rio Branco e não me lembro de outros. Jamais um brasileiro foi lembrado para Prêmio Nobel. Ora, somos 180 milhões de habitantes, com muitas universidades de qualidade, cheias de MSC e PHDs e pouca safra de patentes mundiais.

O Conselho:
Senhora Presidente desafie os brasileiros pensadores para comparecer em fóruns mundiais e defenderem, em nome do Brasil, teses e campanhas revolucionárias que diminuam as desigualdades sociais no mundo.
Vejamos algumas das teses, que o Brasil pode propor para o debate nos fóruns universais.
1.    Acabar com as fábricas de armas do mundo inteiro, transferindo os recursos para combater a fome e a miséria, inclinando a direção para paz, sem guerras.
2.    Defender a linguagem universal eletrônica, começando a implantar pelos cursos básicos.
3.    Criar o Fundo do Patrimônio da Humanidade, incorporando todo o patrimônio público, do céu, terra e mar e distribuir cotas a todos os cidadãos do mundo, acabando com a pobreza, levando a felicidade ao povo.
4.    Fomentar novo regime jurídico para ressocializar os presos, entregando os as famílias naturais ou a famílias substitutas, competentemente remuneradas, para cuidar dos seus presos.
5.    Reformar a legislação fiscal de todos os países capitalistas, excluindo as empresas do pagamento de impostos federais, determinando que só pessoas naturais paguem impostos de ajuste anual.
Essa pequena lista, se for bem observada e anunciada na (Banca Universal), roda social, poderemos chegar ao Carnaval do Momo no Rio de Janeiro – Av. Niemeyer Nº193, São Conrado, em frente ao Vidigal.
Portanto Senhora Presidente. Não aceite obras feitas, com certeza não foram feitas para o povo.

Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2011
Plinio Sales

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