terça-feira, 13 de setembro de 2011

CONSELHO AO PRESIDENTE Nº145

O Fato:
Esta cada vez mais comum ir de um lugar ao outro numa cidade capital. O esforço, e as energias dispendidas e o tempo perdido, são aborrecentes. Muitos já mediram e cronometraram o desperdício e custo do tempo gasto nesta circulação nada produtiva.
Além do gasto direto, se tem todos os outros indiretos: desgaste de veículos, consumo de energia, custo de locomoção dos veículos no pare e ande, sem falar no controle do trânsito e suas conseqüências.
Com o crescimento desordenado das cidades, grandes males se proliferam, causando uma perda significante da qualidade de vida da cidade.

O Conselho:
Sra. Presidente determine aos seus urbanistas que projetem o crescimento das cidades que tomem providências para limitar o tamanho das cidades.
No planejamento urbano da Grécia Antiga, os engenheiros-urbanistas já se preocupavam em limitar o tamanho da cidade. Platão aconselhava que a cidade não poderia ter mais de hum milhão de habitantes.
Nas grandes metrópoles com 6 milhões a 10 milhões, senão será muito difícil a convivência entre homem e cobras.
Quando a cidade cresce e ultrapassa certo limite, a vida se torna insuportável. A cidade correta é a que tiver no máximo 100.000 habitantes.

Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2011
Plinio Sales

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